ENCONTRO GASTRÔ 2016 – OLEGÁRIO PIZZA E FORNERIA

DO TOMATE AO FORNO

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São apenas dois minutos.Esse é o tempo que as pizzas da Olegário Pizza e Forneria, eleita a melhor em sua categoria por Encontro Gastrô- O Melhor da cidade 2016, ficam no forno a lenha sob a temperatura de mais de 350°C, para garantir a crocância. E esse é só um dos cuidados para fazer as mais de 40 opções de redondas do cardápio.Além do treinamento constante dos funcionários, ingredientes como a farinha, os azeites e a muçarela estão sempre sob avaliação.Os molhos, então, nem se fala. No último ano, os empresários Agilberto e Pedro Martins encontraram uma forma de manter o padrão nas cinco unidades da marca. ” O molho é a espinha da receita, tanto das pizzas quanto das outras massas que produzimos” explica Agilberto. Assim, os preparos são feitos em uma mesma cozinha, passam por sofisticados processos de refrigeração e precisam apenas serem colocados em banho-maria no momento do uso, garantindo sabor, textura e acidez idênticos em qualquer unidade.

FONTE:  REVISTA ENCONTRO

ENCONTRO GASTRÔ 2016 – SANTAFÉ

ENCONTRO

    Já são 22 anos desde a abertura, mas o restaurante Santafé parece ter nascido com os anseios mais recentes de alimentação equilibrada, tão buscada entre diferentes públicos agora. Atualizada, a casa fatura dessa forma, o título de Melhor Cozinha Light/ Salada por Encontro Gastrô – O melhor da Cidade 2016. O estabelecimento, com 60 funcionários, preza pelos alimentos frescos e tem um bufê de saladas de deixar qualquer um impressionado, com mais de 60 opções. Trabalha com uma linha mais italiana, com muitas folhas, mas também antepastos, queijos, molhos e pães e tem a frente no negócio os empresários Pedro Martins e seu irmão Agilberto Martins.

     Quem comanda a cozinha de bufê é a chef Dayana Lopes, formada pelo Senac Barbacena (MG). Os pratos à la carte, boa parte com pescados, como o bacalhau confitado, são de responsabilidade do chef Edson Lemos, na casa , há mais de 15 anos. Em 2015 os dois foram eleitos Chefs Revelação desta publicação. Outro destaque é a decoração, com o teto e cadeiras em bambu, além de charmosas luminárias em cobre.  Inaugurado em 1994 havia poucos estabelecimentos na área de alimentação Light ,dos poucos que tinham ,poucos restaram,  a concorrência mudou , mas o Santafé continua referência no assunto em Bh.

 

Fonte: REVISTA ENCONTRO

 

CULINÁRIA ITALIANA

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“A culinária italiana evoluiu através dos séculos, ao longo das mais variadas alterações sociais e políticas; suas raízes podem ser traçadas até o século IV a.C.. Mudanças significantes ocorreram com a descoberta do Novo Mundo, que ajudaram a moldar muito do que é conhecido como a culinária italiana hoje em dia, através da introdução de ingredientes como batatas,tomates, pimentões e milho, todos eles parte central da cozinha daquele país, e que no entanto só foram introduzidos em grande escala a partir do século XVIII.

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Tanto ingredientes como pratos mudam de região para região do país. Existem diversos pratos regionais importantes que também assumiram caráter nacional, enquanto diversos pratos que já foram regionais proliferaram, em diversas variantes, por todo o país. Queijos e vinhos são uma parte importantíssima da cozinha do país, desempenhando diferentes papéis tanto regionalmente quanto nacionalmente, com sua inúmera variedade e leis de regulamentação (Denominazione di origine controllataDOC).

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Também o café, mais especificamente o espresso, assumiu um papel de destaque relevante na cultura gastronômica da Itália. (Wikipedia)”.

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 A Itália possui uma cozinha essencialmente tradicional  e com uma grande variação de produtos. Para quem pensa que por aqui se come somente massa está muito enganado.  Além de se comer muito bem, se come de tudo, muitos pratos de carne, peixe, cordeiro, frango, peru, frutos do mar e seus acompanhamentos, sem falar dos doces.

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O italiano é muito exigente e crítico à mesa. Valorizam extremamente os seus produtos, possuem o hábito de quando vão ao mercado verificar sempre a proveniência  dos artigos para identificar, e garantir que o produto é de qualidade e pode ser consumido. Um dos lemas da cozinha italiana é aproveitar o que é produzido nas cercanias garantindo assim a “fresqueza” do produto que será consumido.Prodotti-freschi

Vocês já ouviram falar de antipasto, primo piatto, secondo piatto, contorno, dessert? O que vem a ser tudo isso?

Isso significa um típico almoço italiano e que não se encontra num prato único.   Os italianos não gostam de misturar os sabores e optam sempre pela simplicidade. Restaurante a quilo? Nem pensar… Imaginem colocar um monte de comidas mais ou menos desconjuntadas no mesmo prato, isso não existe e acho que nunca vai existir aqui na Itália.

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E para finalizar um dessert   (palavra bem pouco italiana, mas que usamos para indicar algo de doce, podemos chamar também de dolci) e complementando il caffè espresso, nem precisa falar que é o único que existe por aqui, as outras variações são todas consideradas “cose di americani”.

Dessert

Bom vocês devem estar pensando que para comer tudo isso deve precisar de muito tempo. E não tenham dúvida, precisa mesmo, aliás, o tempo necessário cresce ainda mais por causa das conversas demoradas que sempre acompanham as refeições, mas no fim, se a mesa é um lugar de prazer, de encontros , de troca de conhecimentos, porque deveríamos querer levantar tão cedo? 🙂

Gostou de conhecer um pouquinho da culinária italiana? Então deixe seu COMENTÁRIO!!!

BUON APPETITO A TUTTI!!

Qual a diferença entre aguardente, pinga e cachaça?

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Há quem generalize, mas cachaça, pinga e aguardente não são a mesma coisa. De acordo com Roberta Saldanha, a aguardente é uma bebida de alto teor alcoólico, obtida por destilação de cereais, frutas, raízes, sementes, tubérculos, canas-de-açúcar, castanhas, vinhos, plantas, melaços ou gramíneas.

A cachaça é um destilado feito da borra ou do melado da cana-de-açúcar. Seu nome pode ter vindo da velha língua ibérica cachaza (vinho de borra), um vinho inferior bebido em Portugal e Espanha. Já a pinga é fabricada com base na garapa e caldo de cana fermentado. Durante o processo de destilação em alambique, o vapor se condensa aos pingos, o que explica a origem de seu nome.

Foto: Getty Images

Fonte: Terra.com

É verdade que o macarrão gruda se não colocar óleo no cozimento?

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Não. Na hora de preparar o macarrão, algumas pessoas têm o costume de colocar algumas gotinhas de óleo para que os fios não grudem, mas essa ideia não passa de um mito. De acordo com Zenir Dalla Costa, isso não influencia na textura porque óleo é mais leve e fica na superfície da panela. “Para que o macarrão não grude, é necessário apenas cozinhá-lo em água suficiente, aproximadamente 1 litro para cada 100 g de massa”, aconselha a coordenadora dos cursos de gastronomia do SENAC.

Foto: Getty Images