O drink mais amado pelos brasileiros

Quando se fala em um drink tipicamente brasileiro não tem discussão, a caipirinha é a primeira a ser lembrada. Muito popular nos bares e restaurantes, esse drink é apreciado por muitas pessoas e desperta a curiosidade dos turistas. Mas você sabe como surgiu essa bebida, que hoje tem tantas versões? Então, nós vamos te contar!

A caipirinha foi inventada por volta do ano de 1918, no interior do estado de São Paulo. A princípio, foi criada a partir de uma receita popular feita com limão alho e mel, indicada para os doentes da gripe espanhola.

Como era bastante comum colocar um pouquinho de álcool em todo remédio caseiro nesta época a fim de acelerar o efeito terapêutico, a cachaça era muito usada. Até que um dia alguém resolveu tirar o alho e o mel. Depois, acrescentaram umas colheres de açúcar para adoçar a bebida e logo em seguida o gelo.

A Caipirinha sempre foi definida como uma receita oficialmente brasileira, mas foi somente em 2003 que o país passou a ter um registro dessa bebida como sendo um produto inerentemente brasileiro. A bebida é um verdadeiro orgulho nacional, com vários prêmios e honras, como:

-O Drink mais quente do século segundo a revista americana In Style.

-Uma das dez mais famosas misturas do planeta, pela revista inglesa Drinks International e um dos melhores coquetéis do mundo, segundo a International Bartender Association.Fonte: Pepper Drinks

Um guia de harmonização de vinhos e churrasco

O churrasco está presente em muitos momentos de diversão e lazer ao lado dos amigos e familiares. Apesar da tradição dos brasileiros de consumir cerveja durante essas ocasiões, os vinhos também são ótimas opções porque harmonizam muito bem com diferentes tipos de carnes.Ao contrário do que algumas pessoas pensam, não são apenas os vinhos tintos que resultam em boas combinações com churrasco. Para fazer boas escolhas, é necessário considerar o modo de preparo da carne, tempo de cozimento, temperos, molhos, gordura e suculência, a fim de que se possa optar pelo vinho ideal. Se for o contrário, ou seja, se a carne for escolhida após o vinho, será preciso levar em conta a existência de taninos, corpo, estrutura e acidez do mesmo.

PICANHA

É um dos cortes mais apreciados pelos brasileiros, e costuma ser a principal escolha para um bom churrasco. Essa carne é bem macia e vem envolvida em uma suculenta capa de gordura.

Vinho Ideal: Malbec argentino da melhor qualidade.FRALDINHA 

A fraldinha é uma carne macia e sequinha. Logo, não requer um vinho de muito peso.

Vinho Ideal: Merlot não muito encorpado, com taninos suaves e arredondados. CUPIM

Essa carne apresenta bastante gordura, e não é muito suculenta Apesar de macia, às vezes pode se apresentar um tanto quanto seca.

Vinho Ideal: Espumante Brunt. O perlage (borbulha) da bebida ajuda a suprir a falta de líquido, potencializando o sabor da carne. COSTELA 

Trata-se de uma peça gordurosa e macia, que requer um vinho um pouco mais encorpado, mas não muito pesado. A costela já é um corte super saboroso e acompanhado por molho barbecue é ainda melhor.

Vinho Ideal:  Syrah , um vinho tinto de médio corpo com notas de especiarias.ALCATRA

Bastante fibrosa macia e pouco gordurosa, a alcatra costuma estar presente na maioria dos churrascos.

Vinho Ideal: Carmenére Chileno ou Pinot Noir, vinhos tintos de corpo médio e boa acidez.FRANGO

Carnes brancas são leves e com têm pouca quantidade de gordura.

Vinho Ideal: Sauvignon Blanc, que possui ótima acidez e notas aromáticas ou um bom vinho Rosé. LINGUIÇA

Costuma ser a entrada em muitos churrascos. Geralmente, são peças suculentas com certa porcentagem de gordura.

Vinho Ideal: Espumante Rosé Brunt. Mas se a linguiça for apimentada, um Riesling seco alemão pode ser uma boa opção. Ele também combina bem com salsicha e carne de porco.Fonte: Vila Vinífera 

 

 

 

 

 

Os diferentes tipos de pimenta

De diferentes tamanhos, cores, formatos e sabores, as pimentas são o segundo tempero mais utilizado nas cozinhas de diversos países, perdendo apenas para o sal. Saber usá-las, na medida certa, pode resultar em pratos muito mais saborosos. Conheça alguns tipos de pimentas!

Pimenta malagueta: possui alto teor de vitamina A, próximo ao da cenoura que é uma das principais fontes desse nutriente. Seus frutos maduros têm coloração vermelha e são bem picantes. É muito utilizada na culinária brasileira, principalmente, em pratos baianos.

Pimenta-dedo-de-moça: é a mais consumida no Brasil e, apesar de sua coloração bem avermelhada, é mais suave do que a pimenta malagueta. Pode ser encontrada fresca, em conserva ou desidratada (pimenta calabresa). Muito utilizada em pratos italianos.

Pimenta Habanero: é uma espécie proveniente do México e é uma das pimentas mais fortes que existe. Depois de madura, pode apresentar um sabor levemente adocicado, mas ainda sim se mantém bastante ardida.

Pimenta-do-reino: representa uma das especiarias mais antigas e mais utilizadas no mundo. Pode ser encontrada nas cores verde, preta ou branca e possui sabor levemente picante. Pode ser usada em praticamente todas as preparações salgadas, sendo responsável por realçar o sabor dos pratos.

Pimenta caiena: constitui uma mistura de pimentas vermelhas secas (malagueta, dedo-de-moça e chifre-de-veado). Muito utilizada na culinária mexicana e tailandesa.

Pimenta biquinho: recebe esse nome por ser arredondada e estreita na ponta. A pimenta biquinho vermelha tem sabor suave e é muito utilizada na culinária mineira, já a amarela tem sabor marcante que não arde na boca, por isso, é empregada em pratos doces e salgados.

Pimenta tabasco: tem forma alongada e pequena e é originada de uma pequena cidade mexicana com mesmo nome. Antes de amadurecer, tem coloração amarela, depois alaranjada e por fim vermelha. Apresenta sabor picante, sendo utilizada no preparo de peixes e saladas.

Agora é com você escolher o tipo de pimenta que mais agrada o seu paladar!

Fonte: Natue