Sobremesa Magnifique

Todo mundo sabe que um doce pode alegrar o nosso dia!

Pensando nisso resolvemos acrescentar ao nosso cardápio de sobremesas mais uma opção magnífica que vai te deixar com água na boca.

Que tal surpreender os amigos e família, ou até mesmo a pessoa amada com uma sobremesa deliciosa e linda esteticamente falando, enquanto ainda podemos nos dar “ao luxo” de experimentar um docinho “de leve”?

O nosso magnifique Grand Gateau é feito de delicioso bolo de chocolate combinado com mousse argentina aquecida, morango in natura, raspas de chocolate e o saboroso sorvete no palito Maestro Petit Gateu.

O nome Grand Gateau lhe soa familiar? Pois bem, podemos dizer que ele é uma evolução, ou primo/irmão do famoso Petit Gateau.

A sobremesa original é composta basicamente de sorvete de creme com bolinho é originária (provavelmente) da França e caiu no gosto do público brasileiro que adotou a guloseima prontamente.

Ainda sobre sua possível origem, alguns dizem que nasce na França, em Paris. Outros, dizem que foi um chef francês radicado em Nova York (Jean-Geroges Vongetrichten) que errou na quantidade de farinha ao fazer um bolo, deixando seu interior amolecido e cremoso.

Petit Gateau Olegário

Outros também afirmam que na criação não tem nada de francês. Segundo essas pessoas, um aprendiz de cozinha norte americano aqueceu demais o forno para assar um bolo, fazendo com que a cada externa ficasse dura e crocante, enquanto o interior permanecia cremoso. No Brasil o bolinho chegou por volta da década de 80.

Fato é que o prato é um dos queridinhos da gastronomia e com isso, consequentemente atraiu o interesse de renomados chefs e aspirantes a chefs de cozinha mundo afora, o que acarretou no surgimento do Grand Gateau.

A melhor parte dessa história toda é que você pode experimentar essas duas delícias nas Pizzarias Olegário!

Dicas de Etiqueta com vinho

Quando falamos de regras de etiquetas que se referem aos vinhos cada uma tem o seu por que. O objetivo delas é fazer com que a pessoa aprecie o máximo possível o seu vinho, sem atrapalhar sua temperatura, seu sabor e seu ar elegante. Mas na verdade elas servem talvez, para serem seguidas; talvez, para serem quebradas. Essa opção nós deixamos para você decidir, confira abaixo algumas dicas.

ESCOLHENDO A TAÇA

A regra de ouro aqui é usar taças com bojo mais largo para os tintos, que precisam da abertura para respirarem, e as com bojo mais estreito para os brancos, que, por serem servidos gelados, devem ter menos contato com o ambiente para manter a temperatura. Além disso, existem ainda taças específicas para certos tipos de vinho, como a taça Bordeaux e a de vinho do Porto. Os espumantes devem ser servidos naquelas taças mais estreitas e compridas (tulipa ou flauta) para evitar que as bolhinhas escapem. Viu que não é tão complicado assim?

ARRUMANDO A MESA

Para deixar tudo a postos para seus convidados, coloque a taça acima e do lado direito do prato. À esquerda da taça de vinho, coloque o copo ou taça de água — sim, a água é necessária! Ela serve para limpar o paladar entre mordidas e goles, e assim conseguir apreciar o vinho com mais precisão. Lembre-se de que, se estiver servindo espumantes, vinhos brancos ou rosés, pode ser uma boa ideia colocar um balde de gelo na mesa ou em um aparador próximo a ela para manter a bebida na temperatura ideal!

ABRINDO A GARRAFA

Se você tem um bom saca-rolhas, não tem muito mistério para abrir a garrafa, mas só para garantir, siga o passo a passo a seguir:

  1. Retire a proteção de alumínio em volta da rolha;
  2. verifique se há alguma rachadura na rolha, que pode indicar problemas com o vinho;
  3. enrosque o saca-rolhas até a penúltima volta da espiral e puxe com cuidado para não quebrar a rolha;
  4. depois de abrir a garrafa, cheire o vinho para verificar se está tudo bem — cheiro de guardado ou mofo são indicativos de graves problemas com a bebida!;
  5. por último, lembre-se de abrir vinhos que precisam respirar com mais antecedência, cerca de 10 minutos antes de servir.

SERVINDO O VINHO

Chegamos à parte considerada por muitos a mais difícil, embora, na realidade, não seja nenhum bicho de sete cabeças. Para acertar aqui, segure a garrafa pela parte de baixo com a sua mão mais forte (o que vai depender de você ser destro ou canhoto) e, com a outra, apoie o pescoço da garrafa no indicador. Depois de encher a taça do seu convidado até a metade (de preferência, começando pelo hóspede mais velho e seguindo em volta da mesa no sentido horário), gire a garrafa levemente para evitar que o vinho pingue na mesa. Prontinho!

BEBENDO E BRINDANDO

Se você estiver na posição de convidado e for servido primeiro, não vá com muita sede à taça, pois pode ser que o anfitrião queira propor um brinde e, nesse caso, o ideal é que o primeiro gole só venha depois dele! Na hora do “tim-tim”, procure olhar nos olhos de quem estiver brindando com você e não para a taça, e só recoloque-a sobre a mesma depois de brindar com todo mundo.

Evitar fazer barulhos ao beber e não exagerar nas goladas é básico, mas além disso, não se esqueça de segurar a taça sempre pelo cabo ou pelo pé — isso preserva a temperatura do vinho e evita as constrangedoras marcas engorduradas de dedo no cristal.

E, ao escolher as regras de etiqueta que servem para você, não se esqueça que, quando o assunto é gentileza, é melhor pecar pelo excesso, do que pela falta dela. Saúde!

 

Fonte: Blogartdescaves

 

Outono estação perfeita para os vinhos!

Geralmente em países onde o clima tropical predomina com muito sol, temperaturas calorosas, verão e primavera com estações extensas, fica mais difícil saber a hora certa para tomar um vinho e as vezes até o tipo de vinho que combina em algumas épocas do ano.

Mas com a chegada do outono os amantes de vinho agradecem, já que é a estação considerada mais adequada para a degustação de vinhos tintos. A característica principal do outono é a redução gradativa da luz solar ao longo do dia, fazendo com que os dias e as noites tenham a mesma duração.

A estação que é cheia de charme com  tons amarelados que predominam nas folhas das árvores  que depois sofrem as quedas. Todo esse clima deixa as ruas e cidades mais aconchegantes e deslumbrantes! E quer mais um motivo para o outono ser uma estação especial? Ela combina perfeitamente com vinhos tintos!

E os vinhos para esta temporada?

Com menos calor, os pratos começam a ganhar mais estrutura e, por isso, podemos investir em exemplares com mais corpo. Tintos com boa presença em boca, frutados, com taninos macios e certo frescor, rosés de países do Novo Mundo, como Chile e Argentina e, se prefere os brancos, aposte em exemplares de corpo leve a médio, com breve passagem por barricas de carvalho.

1ª dica: procure por vinhos com um pouco mais de corpo

A primeira dica é procurar vinhos um pouco mais encorpados, como os tintos de médio corpo. Os brancos não ficam de fora, é somente optar pelos rótulos com  um caráter mais maduro e passagem por madeira.

Os vinhos com mais corpo são mais quentes, possuem mais calor, ideais para o friozinho que se aproxima.

2ª dica: fique de olho do cardápio de pratos de outono

O segundo ponto que demanda a nossa atenção são os pratos que serão acompanhados do vinho. Com as temperaturas caindo, o nosso corpo naturalmente pede por alimentos mais pesados e nutritivos, dando adeus aos pratos leves e às saladas de verão.

É importante saber harmonizar os pratos com vinhos que tenham o enlace perfeito para fazer das refeições momentos mais que especiais!

Então um brinde ao outono!

Os 5 pilares da Culinária Japonesa

O número cinco tem uma grande importância na cultura japonesa, se estendendo inclusive à sua rica e tradicional culinária tradicional. Alguns dos seus conceitos básicos estão em vigor há séculos e quando temos a oportunidade de conhecer o “Poder do Cinco”, assim como os seus “Cinco Pilares”, temos a chance de experimentar o melhor que a gastronomia Japonesa pode nos oferecer.

1.   Os Cinco Sentidos

O alimento deve ser apreciado através de todos os cinco sentidos. O paladar e olfato são muito importantes, mas na gastronomia japonesa, a visão também exerce um papel fundamental. Os utensílios utilizados, a apresentação da comida e a forma como ela é servida faz parte do ritual gastronômico japonês, instigando o paladar e aumentando o prazer na hora da degustação.

O tato também é importante, não só a textura do alimento em si, mas também para a louça, que precisa ter uma textura adequada ao toque das mãos. E, por fim a audição, que deve estar atenta ao orquestrado som promovido pelos alimentos sendo saboreados ou até mesmo preparados. Por este motivo constatamos que a culinária japonesa tem o dom de testar nossos cinco sentidos.

2.   As Cinco Cores

Foto: Udon Belvedere

Na culinária japonesa, percebemos a prevalência de cinco cores – branco, preto, vermelho, verde e amarelo. Essas cinco cores têm influência do budismo e pode ser visto nas arquiteturas dos templos, cerâmicas e artes. Segundo os japoneses, ao incluir estas cinco cores em cada refeição estaremos aumentando seu valor nutricional além de favorecer o prazer visual de cada prato.

Em um obentô comum, por exemplo, podemos ver o arroz branco coberto com sementes pretas de gergelim e um umeboshi vermelho, além de uma porção amarela de tamagoyaki (omelete japonesa) e legumes e vegetais verdes. Esta consciência sobre a importância das cores dos alimentos nos ajudam a ter uma refeição equilibrada, com vitaminas e minerais adequadas ao nosso organismo.

3. Os Cinco Sabores

Salgado, doce, azedo, amargo e o umami. Sim, além dos quatro sabores básicos que conhecemos bem, temos ainda o Umami, o quinto sabor do nosso paladar. Umami vem da palavra japonesa umai, que significa delicioso e se refere aos alimentos que contem glutamato tais como carnes, peixes, laticínios e legumes. Este “novo” sabor foi descoberto pelo cientista Kikunae Ikeda no início do século 20.

O Umami (旨味) possui um gosto residual suave, mas duradouro. Na verdade trata-se de um sabor difícil de descrever. Ele induz a salivação e uma sensação aveludada na língua; pode estimular a garganta, o palato e a parte de trás da boca. Sozinho, o Umami não é saboroso, mas torna agradável uma grande variedade de alimentos, especialmente na presença de um aroma correspondente.

4. As Cinco Maneiras

Foto: Enan Correia / Udon Belvedere

A preparação dos pratos também é importante, e aqui, também existem cinco métodos: cru, cozido, frito, cozido no vapor e assados ​​ou grelhados. A culinária Kaiseki faz uso destas várias formas de preparação, que quando somadas fazem com que experiências gastronômicas se torne completa.

Neste tipo de refeição, podemos experimentar alimentos de diferentes sabores e texturas, incluindo alimentos crus como sashimi e sopas como misoshiru ou tonjiru. Também experimentamos algo mais substancial como o tempurá com sua textura crocante, seguido de algum tipo de peixe ou carne grelhada. Temos também o tradicional arroz branco, o tsukemono e legumes cozidos no vapor.

5. As Cinco Atitudes

Foto: Udon Lourdes

Na doutrina budista, observamos a prevalência de cinco atitudes básicas durante a degustação de uma refeição, sendo observadas especialmente em relação à culinária vegetariana servida nos templos. Foram criadas por Soei Yoneda, autor do livro “Good Food from a Japanese Temple”, e foram transformadas em uma prece de gratidão antes da partilha de alimentos nos templos Zen Budistas.

1 – Eu reflito sobre o trabalho realizado até esta comida chegar a mim;
2 – Eu reflito sobre minhas imperfeições, sobre se eu sou merecedor desta refeição.
3 – Que a minha mente esteja livre do egoísmo e da ganância ao saborear esta refeição.
4 – Eu reflito que este alimento é um remédio eficaz para manter a saúde do meu corpo
5 – Eu aceito este alimento para que eu possa cumprir a minha tarefa de iluminação.

 

Fonte: Japão em Foco

Harmonizando Vinhos e Molhos

Quem não conhece aquela regrinha básica, molho vermelho – vinho tinto, molho branco – vinho branco? Mas será que esta regrinha está 100% certa? Você também está em dúvida? Então vamos falar um pouco sobre como uma harmonização de vinho com o molho certo podem mudar o sentido uma gastronomia prato!

Um prato que leva molho possui uma série de ingredientes que influem no resultado final, deixando o  conjunto mais leve, picante, herbal, cítrico, condimentado, etc.

Mas ai vai uma dica simples e certeira: quanto mais forte e intenso for o sabor do molho, mais potente precisa ser o vinho, seja ele branco ou tinto. Vamos ver algumas opções:

Molho de Tomate

Para o molho de tomate prefira vinhos com acidez mais elevada para acompanhar massas que levam o molho. A maioria dos vinhos italianos casa muito bem com este tipo de molho. O estilo do vinho italiano tem uma acidez que vai de encontro com a do molho de tomate.

Exemplo:  Pomodoro e ao sugo

Nestes dois molhos o que ressalta é a acidez do tomate e os aromas das ervas que são usadas, além de serem leves. O vinho ideal é um tinto leve e refrescante. Se o prato for bem leve, ou ainda acompanhar camarões e frutos do mar, um branco mais encorpado vai fazer bonito!

Molho Branco ou Gratinado

Para as massas com molho branco ou gratinado, opte pelos vinhos brancos mais encorpados. Dê preferência também para os vinhos com amadurecimento em barris de carvalho. Os vinhos brancos elaborados com as uvas Chardonnay, Viognier e Verdelho são os mais indicados para harmonização que levam esse tipo de molho.

Exemplo: Molhos brancos (bechamel, Alfredo e ao burro)

Estes molhos extremamente versáteis que acompanham massas, carnes, gratinados e o que mais sua imaginação permitir geralmente levam em comum leite ou creme de leite, manteiga e queijos. O que os diferencia é o toque aromático dos diferentes condimentos que podem conter noz moscada, ervas e outras especiarias. Brancos aromáticos e refrescantes serão as melhores companhias. Mas vale ressaltar que dependendo do acompanhamento como uma carne, um tinto leve também é muito bem vindo.

Molho à Bolonhesa

Os vinhos italianos fazem bonito na harmonização com massas ao molho à Bolonhesa. Há diversas opções que casam bem com esse molho.

Exemplo: À bolonhesa, ou à Amatriciana

Feitos à base de um bom molho de tomate e compostos ou acompanhados por carnes. O bolonhesa normalmente é feito com carne moída de boi e/ou porco. Já o “à amatriciana” é um molho italiano à base de tomate, bacon e pimenta, usado para condimentar as massas. Estas opções dão robustez ao prato, e casam muito bem com tintos de médio corpo a encorpados, com taninos e de boa acidez. Vale até adicionar vinho à receita para dar um toque especial!

Molho Carbonara

No caso das massas com molho Carbonara, o creme de leite é o que define o prato, assim prefira um vinho branco mais leve para acompanhar estes pratos. Alguns bons exemplos são os italianos das uvas Trebbiano ou Pinot Grigio, um vinho Chardonnay frutado, do Chile ou da Argentina, também cai muito bem com o molho Carbonara.

Exemplo: Aos quatro queijos e carbonara

Dois molhos que são puro amor. Com alto teor de gordura e intensidade de sabor, dados pelos queijos e o bacon, no caso do carbonara. Aos quatro queijos é aquele molho que fica bom com tudo, desde o miojo até aquele medalhão de filé mignon, ou um belo molho de gorgonzola e creme de leite. Já o carbonara é aquilo né, ovo, bacon, queijo e pimenta do reino. Como não amar? Para dar brilho à harmonização, vinhos brancos ou espumantes intensos são os mais indicados, a acidez é excelente aliada para quebrar a gordura. No campo dos tintos, taninos macios e não muito robustos casam bem.

Molho Pesto

O molho Pesto é intenso em aromas e tem sabor marcante por conta disso, os melhores vinhos para harmonizar com este tipo de molho são os mais aromáticos. Uma ótima opção é um vinho branco argentino Torrontés – fresco e aromático ou então os vinhos brancos italianos também acompanham muito bem as massas com molho Pesto.

Exemplo: Ao pesto ou ao alho e óleo

Ingrediente que acompanha ambos os molhos, o alho é taxado como difícil, pois dá muita intensidade à ambos os pratos. No pesto levamos em conta os aromas das ervas e especiarias. Ainda assim são molhos leves, então assim devem ser os vinhos, e para dar suporte ao sabor intenso do alho e dos aromas, uma acidez viva é fundamental. Aposte em um Sauvignon Blanc bem jovem ou ainda um Torrontés para dar vida ao prato!

 

As dicas foram ótimas para qualquer refeição ser ainda mais especial, agora é só aproveitar para saborear a harmonização perfeita!

 

http://gourmmelier.com/harmonizando-vinhos-e-molhos/ e https://www.cuecasnacozinha.com.br/2012/07/vinhos-massas-e-molhos/


 

Queijos Brasileiros

Os queijos brasileiros estão evoluindo muito e rapidamente. Nos últimos anos, os produtores afinaram suas técnicas, os comerciantes estão tratando bem os queijos e o público respondeu com entusiasmo. A melhor notícia é que bons queijos estão sendo produzidos por todo o país: o Brasil não tem só canastras. A produção nacional tem outros grandes queijos regionais, como o serrano do Rio Grande do Sul, o coalho do Nordeste, entre tantos outros. E eles começam a ganhar lugar de destaque, em lojas especializadas que se espalham não apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas em diversas capitais.

O Paladar fez uma dura seleção com a ajuda do livro Queijos do Brasil e do Mundo, de José Osvaldo do Amarante. Depois da seleção orfabizou uma degustação de alguns dos melhores queijos que apareceram no mercado nos últimos anos. * Os preços foram checados em janeiro/2017.

Participaram da degustação Amarante, os especialistas Bruno Cabral (Mestre Queijeiro) e Fernando Oliveira (A Queijaria), além da editora do Paladar, Patrícia Ferraz, e do crítico gastronômico, José Orenstein.

Leite: cru de ovelha
Textura: quebradiço
Maturação: mínimo de 12 meses
Descrição: de sabor característico de queijos de leite de ovelha e salgadinho na medida. Apesar do aroma adocicado, o sabor picante prevalece – um contraste que ganhou a nossa atenção. Bom substituto do pecorino no preparo do cacio e pepe.
Produtor: a Grand Paladare é pioneira no País na produção de queijos artesanais de ovelha.
Preço: R$ 184 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: vaca pasteurizado
Textura: firme
Maturação: 5 meses
Descrição: de sobrenome “estilo reino”, este queijo de casca lavada com beterraba – que dá a cor característica na parte de fora – atende às expectativas de quem tem familiaridade com o tipo. É um queijo gostoso, simples e artesanal e vai bem com uma boa goiabada, no tradicional Romeu e Julieta.
Produtor: Fazenda Santa Luzia, que fica em Itapetininga, no interior de São Paulo.
Preço: R$ 120 (o quilo)
Onde: A Queijaria

Leite: misto – 50% de cabra e 50% de búfala pasteurizados
Textura: macio
Maturação: 60 dias
Descrição: parceria da produtora Heloisa Collins com Fernando Oliveira, que matura o queijo em uma caverna. O processo dá complexidade ao queijo – sabor suave e doce com leve picância.
Produtor: Capril do Bosque, que cria cabras – o leite de búfala vem da fazenda vizinha.
Preço: R$ 68 (a peça de 250g)
Onde: A Queijaria

Leite: cru de vaca
Textura: cremoso
Maturação: 30 a 40 dias
Descrição: a casca rústica e dura, com mofo artificial trazido da França, esconde um interior muito cremoso – seu ponto alto. Inspirado na receita do queijo francês Tomme de Savoie.
Produtor: no Vale do Paraíba paulista, o francês Christophe Faraud faz outras variedades
de queijo de receita francesa.
Preço: R$ 155 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: cru de ovelha
Textura: firme
Maturação: 90 dias
Descrição: este não é um queijo fácil. Tem sabores bem complexos, talvez o que rendeu mais discussão na degustação. Começa difícil, mas cresce na boca, com picos de picância e amargor que se revelam ao final.
Produtor: Lara Dias, que está à frente da Sabores da Ovelha, foi até a serra da Canastra para aprender o método de preparo do queijo tradicional da região. Depois, reproduziu a receita utilizando leite de ovelha.
Preço: R$ 180 (o quilo)
Onde: A Queijaria

Leite: cru de vaca
Textura: macio
Maturação: 6 meses
Descrição: agradável com sabor amanteigado, é um queijo fácil, para qualquer ocasião. Pode ser comparado a um parmesão não finalizado – doce e granulado, só que um pouco mais cremoso.
Produtor: os produtores da Fazenda Santana já criavam gado antes de decidirem investir na produção de queijo, com a ajuda de um especialista francês. Preço: R$ 180 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: cru de vaca
Textura: macio
Maturação: mínimo de 90 dias
Descrição: apesar do nome, em nada se assemelha com o queijo italiano. Este tem sabor potente e picante.
Produtor: uma cooperativa de mais de cem produtores no município de Alagoa (MG), no alto da serra da Mantiqueira, é a responsável pela identidade deste queijo, tradicional da região.
Preço: R$ 94 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: cru de vaca
Textura: firme e elástico
Maturação: 45 a 60 dias
Descrição: de aroma simples e sabor complexo, este queijo virou um hit na loja de Bruno. Como o próprio nome já diz, se sai bem no preparo da tradicional receita suíça.
Produtor: o suíço Dieter Müller e sua mulher, a brasileira Soraya, produzem esse queijo no Vale do Jequitinhonha.
Preço: R$ 108 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: cru de vaca
Textura: amanteigado
Maturação: 30 a 45 dias
Descrição: este é um queijo fácil, por assim dizer: suave na boca e com boa acidez, equilibrado do começo ao fim. Um bom queijo de mesa, ótimo para acompanhar um café mineiro.
Produtor: a serra capixaba é região de imigrantes italianos, como este produtor. Radicado há poucos anos no País, Amedeo Mazocca faz outros dois tipos de queijo de receita italiana.
Preço: R$ 121 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: cru de vaca
Textura: amanteigado (semiduro)
Maturação: 120 dias
Descrição: esse “canastra” do Sul é tradicional gaúcho. A região mineral confere sabor intenso e forte aroma de azeitona. Parece que leva azeite, mas é impressão. Preferido de muitos da degustação.
Produtor: Antonio Lopes é quem está por trás deste queijo (feito em pequena escala) e do movimento queijeiro da região – fazendo escola para outros produtores. Segue a tradição dos portugueses.
Preço: R$ 128 (o quilo)
Onde: A Queijaria

Fonte: paladar.estadao.com.br
por Renata Mesquita

Técnica Sabrage

A sabrage é uma técnica originária da frança que consiste em abrir uma garrafa de espumante ou champagne com uma espada. Essa prática se popularizou na França napoleônica em um período que se segue à Revolução Francesa, onde a espada era a arma de excelência da cavalaria leve do exército.

Logo em seguida de alguma vitória havia muitos festejos e comemorações, nos quais era hábito abrir as garrafas de Champagne de uma forma prática, utilizando algum utensílio de fácil manuseio e alcance dos oficiais neste caso os famosos “sabres”.

O sabre é uma arma de lâmina ligeiramente curvada, de um fio só, com base nas características da arma surgiu o nome da técnica sabrage. A prática que vem sendo muito usada em ocasiões festivas e especiais, dá um ar de atratividade no momento dos brindes em eventos.

Passo a Passo do processo

A primeira coisa a fazer é adquirir um sabre para Sommelier, que é fácil de ser encontrado em lojas que vendem artigos para o lar, especializado em utensílios para cozinha, e até lojas de vinhos. Apesar de ser uma arma propriamente dita, não está afiada, não chegando, portanto a ser perigosa. Em segundo lugar, é bom que a garrafa de Champagne, ou espumante, esteja bastante fria.

Até o momento certo de sofrer o choque térmico ao levar o golpe de sabre, é preciso remover a cápsula prateada que cobre a gaiola de arame, por cima da rolha e também retirar a gaiola, com todo cuidado para não estourar a rolha.
Em seguida, com a garrafa levemente inclinada para cima, é preciso estender os braços e escorregar a lamina do sabre ao longo da solda da garrafa até golpear com firmeza, porém sem excessiva força, a saliência no alto do pescoço, onde a rolha fica presa.

O segredo de todo bom sabrage é que a garrafa esteja bem gelada e que o golpe a ser executado de baixo para cima, basta ser firme, mas não excessivamente violento, do contrário corre-se o risco de quebrar totalmente a garrafa.

 Podemos considerar então que Sabrage é uma técnica que proporciona degustar um Champagne em grande estilo!

 

Harmonização entre massas e vinhos

Eis o par perfeito

Na Itália, país onde o macarrão é tão popular quanto o Papa, a bebida mais consumida não é por acaso o vinho. Esses dois elementos se complementam formando uma das harmonizações mais executadas do mundo. Porém, é preciso observar o molho que acompanha a massa para que a combinação seja perfeita.

Os próprios italianos afirmam que não existe uma regra para esse tipo de harmonização. Porém, a experiência fica muito mais prazerosa se pratos com molhos à base de carne ou tomate forem acompanhados de tintos e os elaborados com queijos ou frutos do mar forem tomados com brancos.

“O mais importante é que esses vinhos sejam leves, tenham boa acidez e não muito álcool”, esclarece Marcello lo Mônaco, italiano da Sicília e proprietário da importadora de vinhos Trinacria.

Os molhos mais comuns para o macarrão são os à base de tomate. Nesse caso, os vinhos para acompanhar pedem acidez pronunciada. Tintos como os da região de Chianti normalmente fazem bonito. Mas como o prato é simples e versátil, também aceita outras opções, como tintos feitos com a uva Merlot ou ainda rosés um pouco mais encorpados, tais quais os argentinos ou brasileiros.

Os amantes de uma boa macarronada normalmente não dispensam um molho à bolonhesa. Feito à base de carne moída, fica perfeito com a massa do tipo fettuccine ou tagliatelle. Mas pode se tornar melhor ainda se acompanhado de um tinto elaborado com a variedade Cabernet Sauvignon. Esses vinhos têm acidez presente e são encorpados o suficiente para fazer um bom casamento com o prato.

BRANCOS – Para as massas com molhos cremosos ou de queijos, a dica é experimentar com um branco, que pode ser da uva Chardonnay. Mas tintos delicados como Pinot Noir ou ainda o francês Beaujolais também são bem aceitos.

Embora menos consumidas no Brasil, as massas com frutos do mar e peixes também seguem a mesma filosofia de harmonização dos outros pratos feitos com esses ingredientes: vinhos brancos e rosés para acompanhar.

Um prato simples como o macarrão al pesto, que tem manjericão e queijo parmesão como ingredientes principais, vai muito bem com os brancos feitos com a uva Sauvignon Blanc ou Torrontés.

“Evite os vinhos pesados, caros e complexos”, finaliza Marcello lo Monaco, que no dia a dia prefere tintos feitos com as uvas Sangiovese e Montepulciano para acompanhar a sua sagrada macarronada.

GUIA RÁPIDO DE HARMONIZAÇÃO:

Uma dica para tornar a sua harmonização mais agradável é observar o molho que acompanha a massa:

TOMATE – Tintos leves e com boa acidez (Chianti, Merlot) e rosés em geral.
CARNE – Tintos um pouco mais encorpados (Cabernet Sauvignon).
QUEIJO – Brancos mais encorpados (Chardonnay) ou tintos delicados (Pinot Noir, Beaujolais).
FRUTOS DO MAR – Brancos e rosés em geral.
AL PESTO – Brancos leves e frescos (Sauvignon Blanc, Torrontés).

O TRABALHO DE UM SOMMELIER

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Uma pessoa usando um terno preto, com nariz levantado e um jeito arrogante. Muita gente ao ouvir sobre o sommelier de vinhos acaba criando essa imagem mental sem saber que, na verdade, esse profissional tem mais a ver com alguém que pode lhe ajudar a escolher o melhor vinho do que com um personagem esnobe da cultura popular.

Para falar a verdade, tem até mais detalhes envolvidos na trabalho de sommelier do que você pode imaginar (como o bom conhecimento de história e geografia que ele precisa ter). Mas, para entender melhor a respeito disso tudo, que tal conferir esse post que fizemos especialmente sobre o assunto?

Confira!

Afinal, o que é um Sommelier de Vinhos?

Derivada da palavra francesa somier (bagageiro carregado por animais lá no século XIV), o saumalier, como era chamado na época, foi o sujeito que cuidava das mercadorias transportadas para que chegassem da melhor forma possível ao seu destino.

Só que, com o passar do tempo, a grafia da palavra, tornando-se sommelier, significando aquele profissional que cuidava de um tipo bem específico de carga: os vinhos e cervejas dos reis.

Um dos trabalhos do sommelier, que além de verificar a procedência e a qualidade dos produtos, cuida de sua estocagem e até mesmo negocia alguns rótulos mais específicos no mercado.

O dia a dia desse profissional

Para ficar ainda mais claro qual é o papel de um sommelier, nada melhor do que entender como é o dia a dia dele em um restaurante. Ao contrário do que alguns acham, essa pessoa não é do tipo que vai ficar fazendo esquisitices do mundo do vinho (que já falamos por aqui) durante o trabalho. Nada disso!

Logo de manhã, o papel do sommelier é verificar se as garrafas da adega estão posicionadas na maneira correta – e até arruma-las, caso seja necessário. Depois, eles costumam experimentar novos rótulos para saber quais podem ou não entrar na cartela da casa.

Além disso, é ele que, como foi dito, negocia novos rótulos no mercado, vendo quando um novo carregamento está para chegar no país e tentando fechar um pedido com bom preço para o dono da casa.

Já na hora do atendimento, um bom sommelier precisa saber também não apenas qual taça usar ao servir o vinho como a melhor maneira de colocar a bebida por ali — a forma correta de posicionar a garrafa para não respingar e até encontrar a melhor temperatura do vinho antes de servi-lo. Algo que começa com a análise da própria rolha da garrafa, que pode indicar pelo cheiro o estado do líquido.

Esse profissional sabe apreciar o sabor do vinho, mas não só isso. Ele precisa entender de física, química, gastronomia e até um pouco de economia.

Como se tornar um Sommelier

Quem deseja ter os dons do sommelier pode aprender as características da profissão com um pouco de estudo. E o que não falta são cursos de especialização que existem hoje aos montes pelo país.

Aqueles que puderem também devem aproveitar para viajar para outros países (como Chile, Itália e França) para experimentar os vinhos apresentados em feiras especiais, realizadas muitas vezes pelos próprios produtores.

Por fim, não podemos deixar de dizer que o sommelier precisa conhecer a gastronomia para entender quais são os alimentos combinam com uma determinada bebida.

Como você viu, o Sommelier de Vinhos é um sujeito muito mais importante (e menos caricato) do que a maioria das pessoas imagina. Por isso, sempre que puder, siga os conselhos e pegue algumas dicas com esses profissionais.

Gostou do nosso post? Então acompanhe nosso Blog semanalmente porque vem muito conteúdo por aí !

sommelier

 

FONTE: Blog WineMe

 

beneficios_culinaria_japonesa

 

A culinária japonesa tem ganhado destaque na categoria de alimentos mais saudáveis para o nosso organismo. Entenda os benefícios nutricionais da alimentação japonesa:

COGUMELOS

Ativam a saciedade, diminuindo a compulsão e a fome.

TOFU

Equilibra as quantidades do hormônio estrógeno.

PEIXES

Ricos em ômega 3, ácido graxo que limpa os vasos sanguíneos.

ALGAS

Reduzem em até 75% a absorção de gordura pelo organismo.

WASABI

Acelera o metabolismo, ajudando na digestão.

GENGIBRE

Ação desintoxicante, ajuda na digestão.

GERGELIM

Evita prisão de ventre e doenças cardiovasculares.

PEPINO

Auxilia na diluição dos cálculos renais.

 

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