Os melhores saca-rolhas para iniciantes

Não abre mão de tomar um bom vinho, mas tem dificuldades na hora de abrir a garrafa? Então, temos uma ótima notícia para você. Depois de ler esse post,  você não vai depender da ajuda de mais ninguém para apreciar seu vinho preferido. Selecionamos uma lista com 5 modelos de saca-rolhas que vão facilitar bastante esse processo. Confira!

1. SACA-ROLHAS DE DOIS ESTÁGIOS

Esse modelo é o mais utilizado por profissionais, sendo que a sua praticidade de manuseio e precisão também encanta os enófilos mais experientes.  Como o próprio nome sugere, 2 estágios são o suficiente para abrir uma garrafa.  2. SACA-ROLHAS DE ABAS

O modelo de abas é bem comum de ser encontrado em casas, em geral. Seu design permite abrir, facilmente, uma garrafa sem exigir força ou habilidades especiais.

3. SACA-ROLHAS DE ROSCA

Seu uso é muito simples, uma vez que devemos girar apenas a peça superior através da rolha para que essa seja retirada por completo.

4. SACA-ROLHAS ELÉTRICO

Esse modelo não exige nenhuma prática ou habilidade, justamente por ser elétrico. Basta acoplá-lo no gargalo da garrafa e apertar um botão e rolha sai rapidamente.

5. SACA-ROLHAS LEVER

O Lever também é um dos queridinhos dos iniciantes, sobretudo por sua facilidade de manuseio. Basta acoplá-lo em torno do gargalo e empurrar a alavanca para baixo, a fim de introduzi-lo até que a cortiça seja removida. É muito útil para quem está começando.Agora, basta escolher aquele que você se adaptar melhor e fazer bonito na hora de abrir o seu vinho. Depois, conta pra gente de qual desses modelos você gostou mais.

Fonte: Vila Vinífera 

O drink mais amado pelos brasileiros

Quando se fala em um drink tipicamente brasileiro não tem discussão, a caipirinha é a primeira a ser lembrada. Muito popular nos bares e restaurantes, esse drink é apreciado por muitas pessoas e desperta a curiosidade dos turistas. Mas você sabe como surgiu essa bebida, que hoje tem tantas versões? Então, nós vamos te contar!

A caipirinha foi inventada por volta do ano de 1918, no interior do estado de São Paulo. A princípio, foi criada a partir de uma receita popular feita com limão alho e mel, indicada para os doentes da gripe espanhola.

Como era bastante comum colocar um pouquinho de álcool em todo remédio caseiro nesta época a fim de acelerar o efeito terapêutico, a cachaça era muito usada. Até que um dia alguém resolveu tirar o alho e o mel. Depois, acrescentaram umas colheres de açúcar para adoçar a bebida e logo em seguida o gelo.

A Caipirinha sempre foi definida como uma receita oficialmente brasileira, mas foi somente em 2003 que o país passou a ter um registro dessa bebida como sendo um produto inerentemente brasileiro. A bebida é um verdadeiro orgulho nacional, com vários prêmios e honras, como:

-O Drink mais quente do século segundo a revista americana In Style.

-Uma das dez mais famosas misturas do planeta, pela revista inglesa Drinks International e um dos melhores coquetéis do mundo, segundo a International Bartender Association.Fonte: Pepper Drinks

Um guia de harmonização de vinhos e churrasco

O churrasco está presente em muitos momentos de diversão e lazer ao lado dos amigos e familiares. Apesar da tradição dos brasileiros de consumir cerveja durante essas ocasiões, os vinhos também são ótimas opções porque harmonizam muito bem com diferentes tipos de carnes.Ao contrário do que algumas pessoas pensam, não são apenas os vinhos tintos que resultam em boas combinações com churrasco. Para fazer boas escolhas, é necessário considerar o modo de preparo da carne, tempo de cozimento, temperos, molhos, gordura e suculência, a fim de que se possa optar pelo vinho ideal. Se for o contrário, ou seja, se a carne for escolhida após o vinho, será preciso levar em conta a existência de taninos, corpo, estrutura e acidez do mesmo.

PICANHA

É um dos cortes mais apreciados pelos brasileiros, e costuma ser a principal escolha para um bom churrasco. Essa carne é bem macia e vem envolvida em uma suculenta capa de gordura.

Vinho Ideal: Malbec argentino da melhor qualidade.FRALDINHA 

A fraldinha é uma carne macia e sequinha. Logo, não requer um vinho de muito peso.

Vinho Ideal: Merlot não muito encorpado, com taninos suaves e arredondados. CUPIM

Essa carne apresenta bastante gordura, e não é muito suculenta Apesar de macia, às vezes pode se apresentar um tanto quanto seca.

Vinho Ideal: Espumante Brunt. O perlage (borbulha) da bebida ajuda a suprir a falta de líquido, potencializando o sabor da carne. COSTELA 

Trata-se de uma peça gordurosa e macia, que requer um vinho um pouco mais encorpado, mas não muito pesado. A costela já é um corte super saboroso e acompanhado por molho barbecue é ainda melhor.

Vinho Ideal:  Syrah , um vinho tinto de médio corpo com notas de especiarias.ALCATRA

Bastante fibrosa macia e pouco gordurosa, a alcatra costuma estar presente na maioria dos churrascos.

Vinho Ideal: Carmenére Chileno ou Pinot Noir, vinhos tintos de corpo médio e boa acidez.FRANGO

Carnes brancas são leves e com têm pouca quantidade de gordura.

Vinho Ideal: Sauvignon Blanc, que possui ótima acidez e notas aromáticas ou um bom vinho Rosé. LINGUIÇA

Costuma ser a entrada em muitos churrascos. Geralmente, são peças suculentas com certa porcentagem de gordura.

Vinho Ideal: Espumante Rosé Brunt. Mas se a linguiça for apimentada, um Riesling seco alemão pode ser uma boa opção. Ele também combina bem com salsicha e carne de porco.Fonte: Vila Vinífera 

 

 

 

 

 

Os diferentes tipos de pimenta

De diferentes tamanhos, cores, formatos e sabores, as pimentas são o segundo tempero mais utilizado nas cozinhas de diversos países, perdendo apenas para o sal. Saber usá-las, na medida certa, pode resultar em pratos muito mais saborosos. Conheça alguns tipos de pimentas!

Pimenta malagueta: possui alto teor de vitamina A, próximo ao da cenoura que é uma das principais fontes desse nutriente. Seus frutos maduros têm coloração vermelha e são bem picantes. É muito utilizada na culinária brasileira, principalmente, em pratos baianos.

Pimenta-dedo-de-moça: é a mais consumida no Brasil e, apesar de sua coloração bem avermelhada, é mais suave do que a pimenta malagueta. Pode ser encontrada fresca, em conserva ou desidratada (pimenta calabresa). Muito utilizada em pratos italianos.

Pimenta Habanero: é uma espécie proveniente do México e é uma das pimentas mais fortes que existe. Depois de madura, pode apresentar um sabor levemente adocicado, mas ainda sim se mantém bastante ardida.

Pimenta-do-reino: representa uma das especiarias mais antigas e mais utilizadas no mundo. Pode ser encontrada nas cores verde, preta ou branca e possui sabor levemente picante. Pode ser usada em praticamente todas as preparações salgadas, sendo responsável por realçar o sabor dos pratos.

Pimenta caiena: constitui uma mistura de pimentas vermelhas secas (malagueta, dedo-de-moça e chifre-de-veado). Muito utilizada na culinária mexicana e tailandesa.

Pimenta biquinho: recebe esse nome por ser arredondada e estreita na ponta. A pimenta biquinho vermelha tem sabor suave e é muito utilizada na culinária mineira, já a amarela tem sabor marcante que não arde na boca, por isso, é empregada em pratos doces e salgados.

Pimenta tabasco: tem forma alongada e pequena e é originada de uma pequena cidade mexicana com mesmo nome. Antes de amadurecer, tem coloração amarela, depois alaranjada e por fim vermelha. Apresenta sabor picante, sendo utilizada no preparo de peixes e saladas.

Agora é com você escolher o tipo de pimenta que mais agrada o seu paladar!

Fonte: Natue

Vinhos e sobremesas

A variedade de vinhos existentes possibilita harmonizações com diferentes tipos de pratos. Por isso, os vinhos têm ganhado cada vez mais espaço nos momentos de confraternização.

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, os vinhos podem proporcionar combinações incríveis com pratos doces. Para isso, é importante aproximar o nível de açúcar do vinho ao da sobremesa, de forma que um sabor não se sobreponha ao outro.

Selecionamos algumas formas de harmonizar vinhos e sobremesas para que você possa desfrutar dessa bebida dos deuses!

Sobremesas com café

É aconselhável buscar pelos tipos mais licorosos, um pouco oxidados e que lembrem o aroma do café. Geralmente, esses vinhos têm um gosto de envelhecido.

Sobremesas com chocolate

O cacau, a gordura e o açúcar pedem algo mais forte, com mais acidez, aroma e sabor marcante. Por isso, nada de vinhos brancos. Como são leves demais, desaparecem por completo ao serem apreciados com esse tipo de sobremesa.

Sobremesas com doce de leite

Por ser extremamente açucarado, esse tipo de doce pede uma bebida que enfrente essas características. É indicado um vinho com acidez bastante elevada para não deixar a sobremesa enjoativa.

Sobremesas com frutas secas

Invista em garrafas envelhecidas, mas não muito oxidadas. O ideal é um vinho branco doce com mais de 10 anos de idade ou um Porto com 10 ou 20 anos.

Sobremesas com frutas

Para não roubar o sabor de sobremesas como a torta de maçã, pêssego e outras , o indicado é uma bebida mais delicada, leve, com baixo teor alcoólico e aromas cítricos.

Fonte: Vejasp

 

Dia Mundial do Chocolate

Ao leite, meio amargo, com biscoito ou com frutas, quem é que não adora um chocolate? Nada mais justo do que ter uma data especial para comemorar a existência dessa delícia que deixa nossa vida muito mais gostosa. Hoje, 7 de Julho, é o dia mundial do chocolate. Que tal comemorar essa data se rendendo aos prazeres dessa delícia?

Para aproveitar esses dias frios, selecionamos uma receita fácil e super quentinha para você celebrar esse dia tão maravilhoso ao lado dos seus amigos e familiares. Confira!

Chocolate quente

Tempo de Preparo: 15 minutos

Rendimento: 4 xícaras

Ingredientes:

2 xícaras (chá) de creme de leite fresco (400 ml)

1 ½ xícara (chá) de leite (300 ml)

Casca e raspas de ½ tangerina

350 g de Chocolate Amargo 

Modo de preparo:

Em uma leiteira grande coloque o creme de leite, o leite, a casca de tangerina e leve ao fogo para ferver.  Apague o fogo, adicione o chocolate picado e mexa constantemente com um batedor de arame (fouet), até que o chocolate derreta e deixe a bebida encorpada (se necessário, volte ao fogo por mais alguns instantes, com a chama bem baixa). Passe o líquido por uma peneira, coloque-o em xícaras e sirva em seguida, salpicado com as raspas de tangerina.

Dicas:

-Experimente também substituir a tangerina por laranja ou limão siciliano.

-Para espantar o frio de vez: acrescente 1 cálice de conhaque (30 ml) à bebida e misture bem.

-Para as crianças: acompanhe a bebida com mini marshmallows.

 

Fonte: Harald

 

 

 

Dicionário Gastronômico

O cenário da gastronomia vem se transformando ao longo dos anos. Os restaurantes, que antes tinham um padrão bastante parecido, estão adotando estratégias cada vez mais criativas para se diferenciarem e conquistarem mais espaço no mercado.

Por isso, alguns estabelecimentos têm apostado no estilo de culinária gourmet. Essa expressão é associada à alta gastronomia por ter uma preocupação cultural e artística na apresentação e preparo dos pratos, além de prezar pela alta qualidade dos ingredientes.

Com isso, atualmente, tem sido mais comum ouvir falar de termos técnicos da gastronomia. Portanto, fizemos a seleção de alguns desses termos para que você fique por dentro desse cenário:

Aromatizar – Adicionar ervas, essências, vinhos ou licor a um alimento para perfumá-lo.

Chutney– Conserva condimentada, de origem indiana, feita de uma ou mais frutas, ou legumes misturados com vinagre, açúcar, gengibre, canela, cravo, cúrcuma e mostarda em grão.

Confit– Técnica de imergir alimentos para cozinhá-los ou conservá-los. Utiliza baixa temperatura e tempo prolongado. Carnes são confitadas em gordura e frutas são confitadas em caldas.

Coulis– Purê quase líquido de vegetais ou frutas, sem adição de gordura ou elemento engrossante.

Deglacear– Desprender crostas de alimentos do fundo de panelas ou assadeiras com auxílio de líquidos como vinho, caldo ou água, transferindo sabor para a elaboração de molhos.

Emulsionar– Bater, vigorosamente, ingredientes que não se misturam. A maionese é uma das emulsões mais conhecidas.

Flambar– Adicionar ao prato alguma bebida alcoólica e colocar fogo. Neste processo, o álcool evapora e deixa o alimento com o sabor da bebida.

Marinada– Líquido aromático com a mistura de temperos que envolvem os alimentos antes do cozimento. Esse processo ajuda a realçar o sabor.

Papilote– Processo de cozimento no qual o alimento é embrulhado em papel alumínio ou papel manteiga e assado no forno.

Redução– Diminuir a quantidade de líquido de um caldo ou molho em fogo baixo, com a tampa da panela aberta, permitindo a evaporação.

Saltear– Cozinhar, rapidamente, com pouca gordura em temperatura alta.

Selar– Dourar a superfície da carne, rapidamente, em uma superfície bem aquecida para que ela se mantenha suculenta.

 

Fonte: Dedo de moça

 

 

Sorvete no inverno?

Em alguns países europeus, onde o inverno é muito mais rigoroso do que no Brasil, o consumo de sorvete é alto. Isso, porque ele é considerado como um tipo de prato principal. No entanto, os brasileiros não têm o hábito de consumir o produto, nessa época do ano, pois o consideram como uma sobremesa de verão. Conheça algumas curiosidades sobre o sorvete:

O  consumo de sorvete, no frio, pode causar gripe e dores de garganta?

NÃO. Não há estudos científicos que comprovem que a gripe e dores de garganta são causadas pelo consumo de sorvete, no inverno.

Sorvete faz mal à saúde?

Com certeza você já ouviu dizer que tudo em excesso pode fazer mal, e não é diferente com o sorvete. Porém, se consumido em uma alimentação balanceada, não há problema. Além disso, bons sorvetes são fontes de cálcio por conterem bastante leite em suas composições, e ainda podem conter vitaminas importantes, se você der  preferência aos sorvetes de frutas.

Sorvete engorda?

Quando se consome mais calorias do que o corpo necessita, há ganho de peso. Por isso, é fundamental manter uma alimentação bem equilibrada.

Uma dica para consumir o sorvete, no período de inverno, é combinar sua temperatura gelada com sobremesas que são servidas quentes. Descubra algumas combinações deliciosas:

Petit Gateau: Essa sobremesa consiste em um pequeno bolo de casquinha crocante com recheio cremoso quente e sorvete. O Petit Gateau mais famoso é o de chocolate com sorvete de creme, mas é possível fazer deliciosas variações dos sabores dessa sobremesa, como o Petit Gateau de goiaba com sorvete cremoso de queijo.



Torta de maçã: É uma deliciosa opção para equilibrar com a temperatura do sorvete. Experimente acrescentar calda de caramelo, fica incrível.

Banana Fry: Banana empanada e frita. Essa sobremesa fica ainda melhor acompanhada por ganache de chocolate e sorvete de creme.

Pizza doce: Você pode escolher o seu sabor preferido de pizza doce e sorvete para criar combinações inusitadas e deliciosas. As nossas dicas são: Pizza de chocolate e pizza de banana com açúcar mascavo, acompanhadas por sorvete de creme.

Banana caramelizada: Essa opção combina bastante com sorvete de creme. Mas, se preferir, combine com o outro sabor de sorvete.

Sobremesa Magnifique

Todo mundo sabe que um doce pode alegrar o nosso dia!

Pensando nisso resolvemos acrescentar ao nosso cardápio de sobremesas mais uma opção magnífica que vai te deixar com água na boca.

Que tal surpreender os amigos e família, ou até mesmo a pessoa amada com uma sobremesa deliciosa e linda esteticamente falando, enquanto ainda podemos nos dar “ao luxo” de experimentar um docinho “de leve”?

O nosso magnifique Grand Gateau é feito de delicioso bolo de chocolate combinado com mousse argentina aquecida, morango in natura, raspas de chocolate e o saboroso sorvete no palito Maestro Petit Gateu.

O nome Grand Gateau lhe soa familiar? Pois bem, podemos dizer que ele é uma evolução, ou primo/irmão do famoso Petit Gateau.

A sobremesa original é composta basicamente de sorvete de creme com bolinho é originária (provavelmente) da França e caiu no gosto do público brasileiro que adotou a guloseima prontamente.

Ainda sobre sua possível origem, alguns dizem que nasce na França, em Paris. Outros, dizem que foi um chef francês radicado em Nova York (Jean-Geroges Vongetrichten) que errou na quantidade de farinha ao fazer um bolo, deixando seu interior amolecido e cremoso.

Petit Gateau Olegário

Outros também afirmam que na criação não tem nada de francês. Segundo essas pessoas, um aprendiz de cozinha norte americano aqueceu demais o forno para assar um bolo, fazendo com que a cada externa ficasse dura e crocante, enquanto o interior permanecia cremoso. No Brasil o bolinho chegou por volta da década de 80.

Fato é que o prato é um dos queridinhos da gastronomia e com isso, consequentemente atraiu o interesse de renomados chefs e aspirantes a chefs de cozinha mundo afora, o que acarretou no surgimento do Grand Gateau.

A melhor parte dessa história toda é que você pode experimentar essas duas delícias nas Pizzarias Olegário!