Um guia de harmonização de vinhos e churrasco

O churrasco está presente em muitos momentos de diversão e lazer ao lado dos amigos e familiares. Apesar da tradição dos brasileiros de consumir cerveja durante essas ocasiões, os vinhos também são ótimas opções porque harmonizam muito bem com diferentes tipos de carnes.Ao contrário do que algumas pessoas pensam, não são apenas os vinhos tintos que resultam em boas combinações com churrasco. Para fazer boas escolhas, é necessário considerar o modo de preparo da carne, tempo de cozimento, temperos, molhos, gordura e suculência, a fim de que se possa optar pelo vinho ideal. Se for o contrário, ou seja, se a carne for escolhida após o vinho, será preciso levar em conta a existência de taninos, corpo, estrutura e acidez do mesmo.

PICANHA

É um dos cortes mais apreciados pelos brasileiros, e costuma ser a principal escolha para um bom churrasco. Essa carne é bem macia e vem envolvida em uma suculenta capa de gordura.

Vinho Ideal: Malbec argentino da melhor qualidade.FRALDINHA 

A fraldinha é uma carne macia e sequinha. Logo, não requer um vinho de muito peso.

Vinho Ideal: Merlot não muito encorpado, com taninos suaves e arredondados. CUPIM

Essa carne apresenta bastante gordura, e não é muito suculenta Apesar de macia, às vezes pode se apresentar um tanto quanto seca.

Vinho Ideal: Espumante Brunt. O perlage (borbulha) da bebida ajuda a suprir a falta de líquido, potencializando o sabor da carne. COSTELA 

Trata-se de uma peça gordurosa e macia, que requer um vinho um pouco mais encorpado, mas não muito pesado. A costela já é um corte super saboroso e acompanhado por molho barbecue é ainda melhor.

Vinho Ideal:  Syrah , um vinho tinto de médio corpo com notas de especiarias.ALCATRA

Bastante fibrosa macia e pouco gordurosa, a alcatra costuma estar presente na maioria dos churrascos.

Vinho Ideal: Carmenére Chileno ou Pinot Noir, vinhos tintos de corpo médio e boa acidez.FRANGO

Carnes brancas são leves e com têm pouca quantidade de gordura.

Vinho Ideal: Sauvignon Blanc, que possui ótima acidez e notas aromáticas ou um bom vinho Rosé. LINGUIÇA

Costuma ser a entrada em muitos churrascos. Geralmente, são peças suculentas com certa porcentagem de gordura.

Vinho Ideal: Espumante Rosé Brunt. Mas se a linguiça for apimentada, um Riesling seco alemão pode ser uma boa opção. Ele também combina bem com salsicha e carne de porco.Fonte: Vila Vinífera 

 

 

 

 

 

Os diferentes tipos de pimenta

De diferentes tamanhos, cores, formatos e sabores, as pimentas são o segundo tempero mais utilizado nas cozinhas de diversos países, perdendo apenas para o sal. Saber usá-las, na medida certa, pode resultar em pratos muito mais saborosos. Conheça alguns tipos de pimentas!

Pimenta malagueta: possui alto teor de vitamina A, próximo ao da cenoura que é uma das principais fontes desse nutriente. Seus frutos maduros têm coloração vermelha e são bem picantes. É muito utilizada na culinária brasileira, principalmente, em pratos baianos.

Pimenta-dedo-de-moça: é a mais consumida no Brasil e, apesar de sua coloração bem avermelhada, é mais suave do que a pimenta malagueta. Pode ser encontrada fresca, em conserva ou desidratada (pimenta calabresa). Muito utilizada em pratos italianos.

Pimenta Habanero: é uma espécie proveniente do México e é uma das pimentas mais fortes que existe. Depois de madura, pode apresentar um sabor levemente adocicado, mas ainda sim se mantém bastante ardida.

Pimenta-do-reino: representa uma das especiarias mais antigas e mais utilizadas no mundo. Pode ser encontrada nas cores verde, preta ou branca e possui sabor levemente picante. Pode ser usada em praticamente todas as preparações salgadas, sendo responsável por realçar o sabor dos pratos.

Pimenta caiena: constitui uma mistura de pimentas vermelhas secas (malagueta, dedo-de-moça e chifre-de-veado). Muito utilizada na culinária mexicana e tailandesa.

Pimenta biquinho: recebe esse nome por ser arredondada e estreita na ponta. A pimenta biquinho vermelha tem sabor suave e é muito utilizada na culinária mineira, já a amarela tem sabor marcante que não arde na boca, por isso, é empregada em pratos doces e salgados.

Pimenta tabasco: tem forma alongada e pequena e é originada de uma pequena cidade mexicana com mesmo nome. Antes de amadurecer, tem coloração amarela, depois alaranjada e por fim vermelha. Apresenta sabor picante, sendo utilizada no preparo de peixes e saladas.

Agora é com você escolher o tipo de pimenta que mais agrada o seu paladar!

Fonte: Natue

Drink para o inverno

Mesmo com o tempo frio, é difícil resistir aos drinks. Eles combinam perfeitamente com um happy hour entre amigos, festas em família e até mesmo um jantar com aquela pessoa especial. Por isso, selecionamos uma receita de uma ótima opção de drink para você consumir no inverno.

O Alexander é um drink clássico, por isso não é tão incomum encontrá-lo nos cardápios de bares e restaurantes. Sua textura é cremosa e ele tem o delicioso sabor de chocolate. Seu preparo é muito simples, podendo ser feito em casa. Confira a receita!

Alexander

Ingredientes

  • 3 cubos de Gelo
  • 2 dose de Conhaque
  • 2 dose de Licor de cacau
  • 2 dose de creme de leite
  • Noz moscada (ralada para povilhar)

Como Fazer:

  • Coloque todos os ingredientes na coqueteleira.
  • Bata bem para misturar todos os ingredientes.
  • Polvilhe levemente com a noz moscada e sirva imediatamente.

*Dica: Se preferir, polvilhe canela em pó no coquetel.

Fonte: Meu drink

Vinhos e sobremesas

A variedade de vinhos existentes possibilita harmonizações com diferentes tipos de pratos. Por isso, os vinhos têm ganhado cada vez mais espaço nos momentos de confraternização.

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, os vinhos podem proporcionar combinações incríveis com pratos doces. Para isso, é importante aproximar o nível de açúcar do vinho ao da sobremesa, de forma que um sabor não se sobreponha ao outro.

Selecionamos algumas formas de harmonizar vinhos e sobremesas para que você possa desfrutar dessa bebida dos deuses!

Sobremesas com café

É aconselhável buscar pelos tipos mais licorosos, um pouco oxidados e que lembrem o aroma do café. Geralmente, esses vinhos têm um gosto de envelhecido.

Sobremesas com chocolate

O cacau, a gordura e o açúcar pedem algo mais forte, com mais acidez, aroma e sabor marcante. Por isso, nada de vinhos brancos. Como são leves demais, desaparecem por completo ao serem apreciados com esse tipo de sobremesa.

Sobremesas com doce de leite

Por ser extremamente açucarado, esse tipo de doce pede uma bebida que enfrente essas características. É indicado um vinho com acidez bastante elevada para não deixar a sobremesa enjoativa.

Sobremesas com frutas secas

Invista em garrafas envelhecidas, mas não muito oxidadas. O ideal é um vinho branco doce com mais de 10 anos de idade ou um Porto com 10 ou 20 anos.

Sobremesas com frutas

Para não roubar o sabor de sobremesas como a torta de maçã, pêssego e outras , o indicado é uma bebida mais delicada, leve, com baixo teor alcoólico e aromas cítricos.

Fonte: Vejasp

 

Dicionário Gastronômico

O cenário da gastronomia vem se transformando ao longo dos anos. Os restaurantes, que antes tinham um padrão bastante parecido, estão adotando estratégias cada vez mais criativas para se diferenciarem e conquistarem mais espaço no mercado.

Por isso, alguns estabelecimentos têm apostado no estilo de culinária gourmet. Essa expressão é associada à alta gastronomia por ter uma preocupação cultural e artística na apresentação e preparo dos pratos, além de prezar pela alta qualidade dos ingredientes.

Com isso, atualmente, tem sido mais comum ouvir falar de termos técnicos da gastronomia. Portanto, fizemos a seleção de alguns desses termos para que você fique por dentro desse cenário:

Aromatizar – Adicionar ervas, essências, vinhos ou licor a um alimento para perfumá-lo.

Chutney– Conserva condimentada, de origem indiana, feita de uma ou mais frutas, ou legumes misturados com vinagre, açúcar, gengibre, canela, cravo, cúrcuma e mostarda em grão.

Confit– Técnica de imergir alimentos para cozinhá-los ou conservá-los. Utiliza baixa temperatura e tempo prolongado. Carnes são confitadas em gordura e frutas são confitadas em caldas.

Coulis– Purê quase líquido de vegetais ou frutas, sem adição de gordura ou elemento engrossante.

Deglacear– Desprender crostas de alimentos do fundo de panelas ou assadeiras com auxílio de líquidos como vinho, caldo ou água, transferindo sabor para a elaboração de molhos.

Emulsionar– Bater, vigorosamente, ingredientes que não se misturam. A maionese é uma das emulsões mais conhecidas.

Flambar– Adicionar ao prato alguma bebida alcoólica e colocar fogo. Neste processo, o álcool evapora e deixa o alimento com o sabor da bebida.

Marinada– Líquido aromático com a mistura de temperos que envolvem os alimentos antes do cozimento. Esse processo ajuda a realçar o sabor.

Papilote– Processo de cozimento no qual o alimento é embrulhado em papel alumínio ou papel manteiga e assado no forno.

Redução– Diminuir a quantidade de líquido de um caldo ou molho em fogo baixo, com a tampa da panela aberta, permitindo a evaporação.

Saltear– Cozinhar, rapidamente, com pouca gordura em temperatura alta.

Selar– Dourar a superfície da carne, rapidamente, em uma superfície bem aquecida para que ela se mantenha suculenta.

 

Fonte: Dedo de moça

 

 

Sobremesa Magnifique

Todo mundo sabe que um doce pode alegrar o nosso dia!

Pensando nisso resolvemos acrescentar ao nosso cardápio de sobremesas mais uma opção magnífica que vai te deixar com água na boca.

Que tal surpreender os amigos e família, ou até mesmo a pessoa amada com uma sobremesa deliciosa e linda esteticamente falando, enquanto ainda podemos nos dar “ao luxo” de experimentar um docinho “de leve”?

O nosso magnifique Grand Gateau é feito de delicioso bolo de chocolate combinado com mousse argentina aquecida, morango in natura, raspas de chocolate e o saboroso sorvete no palito Maestro Petit Gateu.

O nome Grand Gateau lhe soa familiar? Pois bem, podemos dizer que ele é uma evolução, ou primo/irmão do famoso Petit Gateau.

A sobremesa original é composta basicamente de sorvete de creme com bolinho é originária (provavelmente) da França e caiu no gosto do público brasileiro que adotou a guloseima prontamente.

Ainda sobre sua possível origem, alguns dizem que nasce na França, em Paris. Outros, dizem que foi um chef francês radicado em Nova York (Jean-Geroges Vongetrichten) que errou na quantidade de farinha ao fazer um bolo, deixando seu interior amolecido e cremoso.

Petit Gateau Olegário

Outros também afirmam que na criação não tem nada de francês. Segundo essas pessoas, um aprendiz de cozinha norte americano aqueceu demais o forno para assar um bolo, fazendo com que a cada externa ficasse dura e crocante, enquanto o interior permanecia cremoso. No Brasil o bolinho chegou por volta da década de 80.

Fato é que o prato é um dos queridinhos da gastronomia e com isso, consequentemente atraiu o interesse de renomados chefs e aspirantes a chefs de cozinha mundo afora, o que acarretou no surgimento do Grand Gateau.

A melhor parte dessa história toda é que você pode experimentar essas duas delícias nas Pizzarias Olegário!

Cardápio Dia das Mães 2017

Neste Dia das Mães os cardápios das Pizzarias Olegário e do Restaurante SantaFé vão ser mais que especiais! Vem conferir…

Cardápio dia das mãesblog

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Outono estação perfeita para os vinhos!

Geralmente em países onde o clima tropical predomina com muito sol, temperaturas calorosas, verão e primavera com estações extensas, fica mais difícil saber a hora certa para tomar um vinho e as vezes até o tipo de vinho que combina em algumas épocas do ano.

Mas com a chegada do outono os amantes de vinho agradecem, já que é a estação considerada mais adequada para a degustação de vinhos tintos. A característica principal do outono é a redução gradativa da luz solar ao longo do dia, fazendo com que os dias e as noites tenham a mesma duração.

A estação que é cheia de charme com  tons amarelados que predominam nas folhas das árvores  que depois sofrem as quedas. Todo esse clima deixa as ruas e cidades mais aconchegantes e deslumbrantes! E quer mais um motivo para o outono ser uma estação especial? Ela combina perfeitamente com vinhos tintos!

E os vinhos para esta temporada?

Com menos calor, os pratos começam a ganhar mais estrutura e, por isso, podemos investir em exemplares com mais corpo. Tintos com boa presença em boca, frutados, com taninos macios e certo frescor, rosés de países do Novo Mundo, como Chile e Argentina e, se prefere os brancos, aposte em exemplares de corpo leve a médio, com breve passagem por barricas de carvalho.

1ª dica: procure por vinhos com um pouco mais de corpo

A primeira dica é procurar vinhos um pouco mais encorpados, como os tintos de médio corpo. Os brancos não ficam de fora, é somente optar pelos rótulos com  um caráter mais maduro e passagem por madeira.

Os vinhos com mais corpo são mais quentes, possuem mais calor, ideais para o friozinho que se aproxima.

2ª dica: fique de olho do cardápio de pratos de outono

O segundo ponto que demanda a nossa atenção são os pratos que serão acompanhados do vinho. Com as temperaturas caindo, o nosso corpo naturalmente pede por alimentos mais pesados e nutritivos, dando adeus aos pratos leves e às saladas de verão.

É importante saber harmonizar os pratos com vinhos que tenham o enlace perfeito para fazer das refeições momentos mais que especiais!

Então um brinde ao outono!

Harmonizando Vinhos e Molhos

Quem não conhece aquela regrinha básica, molho vermelho – vinho tinto, molho branco – vinho branco? Mas será que esta regrinha está 100% certa? Você também está em dúvida? Então vamos falar um pouco sobre como uma harmonização de vinho com o molho certo podem mudar o sentido uma gastronomia prato!

Um prato que leva molho possui uma série de ingredientes que influem no resultado final, deixando o  conjunto mais leve, picante, herbal, cítrico, condimentado, etc.

Mas ai vai uma dica simples e certeira: quanto mais forte e intenso for o sabor do molho, mais potente precisa ser o vinho, seja ele branco ou tinto. Vamos ver algumas opções:

Molho de Tomate

Para o molho de tomate prefira vinhos com acidez mais elevada para acompanhar massas que levam o molho. A maioria dos vinhos italianos casa muito bem com este tipo de molho. O estilo do vinho italiano tem uma acidez que vai de encontro com a do molho de tomate.

Exemplo:  Pomodoro e ao sugo

Nestes dois molhos o que ressalta é a acidez do tomate e os aromas das ervas que são usadas, além de serem leves. O vinho ideal é um tinto leve e refrescante. Se o prato for bem leve, ou ainda acompanhar camarões e frutos do mar, um branco mais encorpado vai fazer bonito!

Molho Branco ou Gratinado

Para as massas com molho branco ou gratinado, opte pelos vinhos brancos mais encorpados. Dê preferência também para os vinhos com amadurecimento em barris de carvalho. Os vinhos brancos elaborados com as uvas Chardonnay, Viognier e Verdelho são os mais indicados para harmonização que levam esse tipo de molho.

Exemplo: Molhos brancos (bechamel, Alfredo e ao burro)

Estes molhos extremamente versáteis que acompanham massas, carnes, gratinados e o que mais sua imaginação permitir geralmente levam em comum leite ou creme de leite, manteiga e queijos. O que os diferencia é o toque aromático dos diferentes condimentos que podem conter noz moscada, ervas e outras especiarias. Brancos aromáticos e refrescantes serão as melhores companhias. Mas vale ressaltar que dependendo do acompanhamento como uma carne, um tinto leve também é muito bem vindo.

Molho à Bolonhesa

Os vinhos italianos fazem bonito na harmonização com massas ao molho à Bolonhesa. Há diversas opções que casam bem com esse molho.

Exemplo: À bolonhesa, ou à Amatriciana

Feitos à base de um bom molho de tomate e compostos ou acompanhados por carnes. O bolonhesa normalmente é feito com carne moída de boi e/ou porco. Já o “à amatriciana” é um molho italiano à base de tomate, bacon e pimenta, usado para condimentar as massas. Estas opções dão robustez ao prato, e casam muito bem com tintos de médio corpo a encorpados, com taninos e de boa acidez. Vale até adicionar vinho à receita para dar um toque especial!

Molho Carbonara

No caso das massas com molho Carbonara, o creme de leite é o que define o prato, assim prefira um vinho branco mais leve para acompanhar estes pratos. Alguns bons exemplos são os italianos das uvas Trebbiano ou Pinot Grigio, um vinho Chardonnay frutado, do Chile ou da Argentina, também cai muito bem com o molho Carbonara.

Exemplo: Aos quatro queijos e carbonara

Dois molhos que são puro amor. Com alto teor de gordura e intensidade de sabor, dados pelos queijos e o bacon, no caso do carbonara. Aos quatro queijos é aquele molho que fica bom com tudo, desde o miojo até aquele medalhão de filé mignon, ou um belo molho de gorgonzola e creme de leite. Já o carbonara é aquilo né, ovo, bacon, queijo e pimenta do reino. Como não amar? Para dar brilho à harmonização, vinhos brancos ou espumantes intensos são os mais indicados, a acidez é excelente aliada para quebrar a gordura. No campo dos tintos, taninos macios e não muito robustos casam bem.

Molho Pesto

O molho Pesto é intenso em aromas e tem sabor marcante por conta disso, os melhores vinhos para harmonizar com este tipo de molho são os mais aromáticos. Uma ótima opção é um vinho branco argentino Torrontés – fresco e aromático ou então os vinhos brancos italianos também acompanham muito bem as massas com molho Pesto.

Exemplo: Ao pesto ou ao alho e óleo

Ingrediente que acompanha ambos os molhos, o alho é taxado como difícil, pois dá muita intensidade à ambos os pratos. No pesto levamos em conta os aromas das ervas e especiarias. Ainda assim são molhos leves, então assim devem ser os vinhos, e para dar suporte ao sabor intenso do alho e dos aromas, uma acidez viva é fundamental. Aposte em um Sauvignon Blanc bem jovem ou ainda um Torrontés para dar vida ao prato!

 

As dicas foram ótimas para qualquer refeição ser ainda mais especial, agora é só aproveitar para saborear a harmonização perfeita!

 

http://gourmmelier.com/harmonizando-vinhos-e-molhos/ e https://www.cuecasnacozinha.com.br/2012/07/vinhos-massas-e-molhos/


 

Rede Gourmet destaque na revista Encontro

revista encontro blog

Entretenimento

Agilberto Martins da Costa
Nasceu em Belo Horizonte
54 anos, casado, 1 filho e 1 enteado
Formado em engenharia Civil pela Fume. Sócio-fundador da Rede Gourmet

Pedro Martins da Costa
Nasceu em Belo Horizonte
51 anos, casado, 2 filhos
Formado em ciências contábeis pela PUC Minas. Sócio-fundador da Rede Gourmet

Entre os muitos hobbies que o empresário Pedro Martins da Costa tem, está o de reunir os amigos em sua casa de campo, em Nova Lima, e preparar uma bacalhoada. Hábito similar ao do irmão Agilberto Martins da Costa, cuja especialidade é moqueca. Porém, os dois assumem: os dotes culinários param por aí. Quer dizer, isso se não for levado em conta o talento para gerenciar negócios gastronômicos. Aí, não falta expertise. Eles comandam a Rede Gourmet, grupo fundado em 1991 que reúne os premiados restaurantes Santafé, Udon e Olegário Pizza e Forneria.

Em 2016, quando muitos do setor de alimentação fecharam as portas, os dois avançaram. Em abril, inauguraram uma central de molhos, passo para garantir a padronização e qualidade das receitas servidas. A cozinha segue a ficha técnica, depois refrigera e distribui os produtos em saquinhos. Por mês, são ensacadas 11 mil porções de molhos, que têm entre 50 ml e 1 l. Os menores vão para pratos à la carte, enquanto os maiores são usados na produção de pizzas, por exemplo.

Pouco tempo depois, em novembro, foi a vez de chegarem ao bairro Belvedere, com a abertura da segunda unidade do restaurante japonês Udon, agora no Ceaser Bussiness e ao lado de três sócios. “O ano foi melhor do que prevíamos”, resume Agilberto. “O tanto que demitimos em 2015, recontratamos em 2016. Esperamos aumento de 5% no lucro e 20% no faturamento comparado com o ano anterior”, diz.

Engenheiro civil por formação, ele trabalhava na Andrade Gutierrez quando surgiu o desejo de empreender. Como gostava de frequentar uma sanduicheria em São Paulo e não encontrava nada igual em BH, ele se inspirou. Chamou o irmão caçula, Pedro, formado em ciências contábeis, e montaram uma lojinha na rua Alagoas com sanduíches em pão francês. Ganharam um cliente especial, dono de um hotel a poucos metros dali. Quando esse empresário decidiu terceirizar a área de alimentação do seu negócio, lembrou-se da dupla. Surgia assim, por acaso, o que viria se tornar a especialidade de Pedro e Agilberto: administrar o setor alimentar em hotéis e, quando possível, abrir os restaurantes para clientes externos. Hoje, mantêm 12 estabelecimentos, sendo quatro apenas para hóspedes.

O primeiro aberto ao público foi o Santafé, há 22 anos. Sete anos depois, inauguraram a Olegário no Lourdes. Quando a capital passou por sua expansão hoteleira devido à Copa do Mundo, em 2013, choveram convites para levar as casas a unidades de diferentes bandeiras. Criaram então um modelo de franquia. “Somos franqueadores e franqueados. Em cada local, temos uma porcentagem de sociedade e um ou mais sócios”, explica Pedro.

A veia empresarial e a dedicação foram fundamentais. Assim como o domínio em gestão e logística. Para se ter ideia, a compra mensal que fazem para a rede tem 1.500 itens de cozinha: são 5 toneladas de muçarela por mês, assim como 500 litros de azeite e 4.500 garrafas de vinho. Os irmãos não escondem os segredos para o sucesso. “Prezamos pela qualidade gastronômica e de atendimento e sempre estamos cortando custos”, diz Pedro. Só não adianta pedir dicas para a bacalhoada e moqueca, essas são sigilosas.

fonte; revista encontro, por: Aline Gonçalves, 11/01/2017 15:09.