Sobremesa Magnifique

Todo mundo sabe que um doce pode alegrar o nosso dia!

Pensando nisso resolvemos acrescentar ao nosso cardápio de sobremesas mais uma opção magnífica que vai te deixar com água na boca.

Que tal surpreender os amigos e família, ou até mesmo a pessoa amada com uma sobremesa deliciosa e linda esteticamente falando, enquanto ainda podemos nos dar “ao luxo” de experimentar um docinho “de leve”?

O nosso magnifique Grand Gateau é feito de delicioso bolo de chocolate combinado com mousse argentina aquecida, morango in natura, raspas de chocolate e o saboroso sorvete no palito Maestro Petit Gateu.

O nome Grand Gateau lhe soa familiar? Pois bem, podemos dizer que ele é uma evolução, ou primo/irmão do famoso Petit Gateau.

A sobremesa original é composta basicamente de sorvete de creme com bolinho é originária (provavelmente) da França e caiu no gosto do público brasileiro que adotou a guloseima prontamente.

Ainda sobre sua possível origem, alguns dizem que nasce na França, em Paris. Outros, dizem que foi um chef francês radicado em Nova York (Jean-Geroges Vongetrichten) que errou na quantidade de farinha ao fazer um bolo, deixando seu interior amolecido e cremoso.

Petit Gateau Olegário

Outros também afirmam que na criação não tem nada de francês. Segundo essas pessoas, um aprendiz de cozinha norte americano aqueceu demais o forno para assar um bolo, fazendo com que a cada externa ficasse dura e crocante, enquanto o interior permanecia cremoso. No Brasil o bolinho chegou por volta da década de 80.

Fato é que o prato é um dos queridinhos da gastronomia e com isso, consequentemente atraiu o interesse de renomados chefs e aspirantes a chefs de cozinha mundo afora, o que acarretou no surgimento do Grand Gateau.

A melhor parte dessa história toda é que você pode experimentar essas duas delícias nas Pizzarias Olegário!

Dicas de Etiqueta com vinho

Quando falamos de regras de etiquetas que se referem aos vinhos cada uma tem o seu por que. O objetivo delas é fazer com que a pessoa aprecie o máximo possível o seu vinho, sem atrapalhar sua temperatura, seu sabor e seu ar elegante. Mas na verdade elas servem talvez, para serem seguidas; talvez, para serem quebradas. Essa opção nós deixamos para você decidir, confira abaixo algumas dicas.

ESCOLHENDO A TAÇA

A regra de ouro aqui é usar taças com bojo mais largo para os tintos, que precisam da abertura para respirarem, e as com bojo mais estreito para os brancos, que, por serem servidos gelados, devem ter menos contato com o ambiente para manter a temperatura. Além disso, existem ainda taças específicas para certos tipos de vinho, como a taça Bordeaux e a de vinho do Porto. Os espumantes devem ser servidos naquelas taças mais estreitas e compridas (tulipa ou flauta) para evitar que as bolhinhas escapem. Viu que não é tão complicado assim?

ARRUMANDO A MESA

Para deixar tudo a postos para seus convidados, coloque a taça acima e do lado direito do prato. À esquerda da taça de vinho, coloque o copo ou taça de água — sim, a água é necessária! Ela serve para limpar o paladar entre mordidas e goles, e assim conseguir apreciar o vinho com mais precisão. Lembre-se de que, se estiver servindo espumantes, vinhos brancos ou rosés, pode ser uma boa ideia colocar um balde de gelo na mesa ou em um aparador próximo a ela para manter a bebida na temperatura ideal!

ABRINDO A GARRAFA

Se você tem um bom saca-rolhas, não tem muito mistério para abrir a garrafa, mas só para garantir, siga o passo a passo a seguir:

  1. Retire a proteção de alumínio em volta da rolha;
  2. verifique se há alguma rachadura na rolha, que pode indicar problemas com o vinho;
  3. enrosque o saca-rolhas até a penúltima volta da espiral e puxe com cuidado para não quebrar a rolha;
  4. depois de abrir a garrafa, cheire o vinho para verificar se está tudo bem — cheiro de guardado ou mofo são indicativos de graves problemas com a bebida!;
  5. por último, lembre-se de abrir vinhos que precisam respirar com mais antecedência, cerca de 10 minutos antes de servir.

SERVINDO O VINHO

Chegamos à parte considerada por muitos a mais difícil, embora, na realidade, não seja nenhum bicho de sete cabeças. Para acertar aqui, segure a garrafa pela parte de baixo com a sua mão mais forte (o que vai depender de você ser destro ou canhoto) e, com a outra, apoie o pescoço da garrafa no indicador. Depois de encher a taça do seu convidado até a metade (de preferência, começando pelo hóspede mais velho e seguindo em volta da mesa no sentido horário), gire a garrafa levemente para evitar que o vinho pingue na mesa. Prontinho!

BEBENDO E BRINDANDO

Se você estiver na posição de convidado e for servido primeiro, não vá com muita sede à taça, pois pode ser que o anfitrião queira propor um brinde e, nesse caso, o ideal é que o primeiro gole só venha depois dele! Na hora do “tim-tim”, procure olhar nos olhos de quem estiver brindando com você e não para a taça, e só recoloque-a sobre a mesma depois de brindar com todo mundo.

Evitar fazer barulhos ao beber e não exagerar nas goladas é básico, mas além disso, não se esqueça de segurar a taça sempre pelo cabo ou pelo pé — isso preserva a temperatura do vinho e evita as constrangedoras marcas engorduradas de dedo no cristal.

E, ao escolher as regras de etiqueta que servem para você, não se esqueça que, quando o assunto é gentileza, é melhor pecar pelo excesso, do que pela falta dela. Saúde!

 

Fonte: Blogartdescaves

 

Outono estação perfeita para os vinhos!

Geralmente em países onde o clima tropical predomina com muito sol, temperaturas calorosas, verão e primavera com estações extensas, fica mais difícil saber a hora certa para tomar um vinho e as vezes até o tipo de vinho que combina em algumas épocas do ano.

Mas com a chegada do outono os amantes de vinho agradecem, já que é a estação considerada mais adequada para a degustação de vinhos tintos. A característica principal do outono é a redução gradativa da luz solar ao longo do dia, fazendo com que os dias e as noites tenham a mesma duração.

A estação que é cheia de charme com  tons amarelados que predominam nas folhas das árvores  que depois sofrem as quedas. Todo esse clima deixa as ruas e cidades mais aconchegantes e deslumbrantes! E quer mais um motivo para o outono ser uma estação especial? Ela combina perfeitamente com vinhos tintos!

E os vinhos para esta temporada?

Com menos calor, os pratos começam a ganhar mais estrutura e, por isso, podemos investir em exemplares com mais corpo. Tintos com boa presença em boca, frutados, com taninos macios e certo frescor, rosés de países do Novo Mundo, como Chile e Argentina e, se prefere os brancos, aposte em exemplares de corpo leve a médio, com breve passagem por barricas de carvalho.

1ª dica: procure por vinhos com um pouco mais de corpo

A primeira dica é procurar vinhos um pouco mais encorpados, como os tintos de médio corpo. Os brancos não ficam de fora, é somente optar pelos rótulos com  um caráter mais maduro e passagem por madeira.

Os vinhos com mais corpo são mais quentes, possuem mais calor, ideais para o friozinho que se aproxima.

2ª dica: fique de olho do cardápio de pratos de outono

O segundo ponto que demanda a nossa atenção são os pratos que serão acompanhados do vinho. Com as temperaturas caindo, o nosso corpo naturalmente pede por alimentos mais pesados e nutritivos, dando adeus aos pratos leves e às saladas de verão.

É importante saber harmonizar os pratos com vinhos que tenham o enlace perfeito para fazer das refeições momentos mais que especiais!

Então um brinde ao outono!

Paella Brasilenã

A Paella é certamente um dos pratos mais famosos do mundo, e encanta pelo sabor, aroma e cores. Originaria de Valencia, região costeira da Espanha, trata-se de um arroz composto de vários ingredientes e especiarias, entre elas o açafrão, a mais cara especiaria do mundo.

Por trás de vários mitos e histórias, o mais conhecido significado para o nome do prato é que a palavra/nome “PAELLA” deriva da antiga palavra francesa “PAELLE” (panela em francês).

Ingredientes

  • 400 gr de cebola
  • 2 dentes de alho
  • 100 gr de vagem
  • 150 gr de pimentão
  • 300 gr de tomate
  • 250 gr de linguiça toscana
  • 100 gr de bacon
  • 300 gr bisteca suina
  • 6 fatias de banana da terra
  • 15 gr de salsinha
  • 30 unidades de pimenta biquinho
  • Páprica picante a gosto
  • 800 ml de caldo de carne
  • 400 gr de arroz parboilizado
  • Sal a gosto
  • 0,2 gr de azafran

Modo de preparo

  1. Prepare um “Sofrito”, fritando o bacon picado, a carne da bisteca e a linguiça
  2. Assim que estiver bem dourado, “pegando” no fundo da panela, adicione as cebolas, e tempere com uma pitada de sal para cada ingrediente
  3. Acrescente em seguida o pimentão e a vagem
  4. Em fogo alto, frite bem estes legumes, sempre mexendo para não queimar e adicione a salsinha processada com alho e sal
  5. Frite por mais 5 minutos e coloque o tomate, começando assim o cozimento devido à água do tomate
  6. Corrija o sal e deixe refogar por 15 minutos em fogo médio/baixo
  7. Em seguida acrescente aos poucos o caldo, feito com os ossos da bisteca e um mirepoix, até cobrir o rebite da alça da Paella
  8. Adicione o azafran, o colorante e após abrir fervura corrija o sal e coloque o arroz
  9. Misture bem
  10. Assim que o caldo evaporar, o arroz estará cozido
  11. Sirva num prato e decore com a pimenta biquinho, chips de banana da terra e um ramo de salsinha

Uma boa Paella é aquela que encanta pela bela combinação de sabores, que pode inicialmente parecer estranho, mas ao comer prova-se o contrário.

 

Fonte receita: http://gnt.globo.com/receitas/receitas/paella-brasilena.htm

Queijo e vinho nasceram um para o outro?

Pode ser que não, acreditando nesta frase é onde se erra mais, na prática, achar uma harmonização perfeita entre queijos e vinhos nem sempre é uma tarefa fácil, mas quando acerta é fantástico. Essa combinação pode não ser fácil porque existe milhares de queijos de vários sabores e alguns bem fortes, gordurosos, com alta acidez e com sal mais pronunciado. Na maioria dos casos temos que evitar vinhos muito jovens e tânicos porque o tanino vai causar conflito, podendo deixar a boca com gosto desagradável de metal. Prefira os vinhos com taninos mais maduros ou jovens com taninos mais macios. Porém, estes fatores não devem nos intimidar, o queijo é um alimento que vai bem com vinho.

Uma seleção de bons queijos acompanhada por um bom vinho, acrescentados de um mix de frutas secas e pães variados, pode ser uma experiência muito agradável. Os queijos podem ser servidos como aperitivo, entre as refeições, ou como sobremesa, o vinho certo vai exaltar mais ainda as suas qualidades.

Os queijos e os vinhos são capazes de nos proporcionar um prazer enogastronômico fantástico. Para errar um pouco menos temos que seguir algumas regras que irão nos ajudar, assim como em qualquer harmonização, o sabor do queijo não deve cobrir o do vinho e vice-versa.

A diversidade de queijos abre possibilidade para harmonizações diversas. Os queijos podem ser: fresco, fresco curado, branco mole, semi-mole, duro, azul e temperado, segundo “O Livro do Queijo” (Editora Globo). A partir das breves descrições ficará mais fácil encontrar os queijos de sua preferência e buscar o vinho que melhor harmoniza com eles.

Tipos de queijos e vinhos que harmonizam

Frescos, não tem casca, tem alto teor de umidade e acidez mais alta. Nessa categoria estão, Mozzarela de búfala, Ricota, Burrata, Mascarpone, Minas da serra da Canastra ou do Serro e o Grego Feta produzido com leite de ovelha ou cabra. Esses combinam com vinhos brancos jovens e frescos, os italianos verdicchio, Soave,Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, vinho verde português etc.

Fresco curado, possui uma casca fina e enrugada, composta por bolores branco, cinza e azul. Os servidos mais jovens são cremosos e os mais velhos ficam quebradiços. São queijos pouco encontrados no Brasil, na França principalmente no vale do Loire temos Clochette, Valençay, Ventadour, na Itália tem o Formaggella Del Luinese. Para estes queijos o vinho branco de Sauvignon Blanc Sancerres da região do Loire, para o italino Cabernet Sauvignon sem madeira.

Brancos moles, coberto pelo bolor ficando uma casca branca e aveludada, tem uma textura cremosa com aromas de madeira úmida e principalmente de cogumelos. Os exemplares mais conhecidos no Brasil são os franceses Brie e Camembert. O vinho branco de Chardonnay ou um tinto da Borgonha mais simples ou Côtes-du-Rhône.

Semimole, pode ser de casca fina e seca a pegajosa de cor alaranjada ou aplicar uma cera vermelha. Os sabores podem ser suaves, de nozes, defumado e floral. Os queijos desse grupo são o holandês Edam, Italiano Provolone, português Serra da Estrela. Vinhos para Harmoniza, Chardonnay, tintos leve de Merlot , Carmenere, vinho da região de Lisboa.

Azul, casca pegajosa e áspera, entremeado de bolor não só na casca, mas em todo o queijo. Os queijos azuis não tem uma aparência bonita. Possuem como traço comum um sabor discretamente metálico e picante (sem ser, de fato, apimentado). A textura é geralmente úmida, para favorecer o desenvolvimento do bolor. O teor de sal é usualmente superior ao dos demais queijos. Os queijos desta categoria são Stilton, Roquefort, Gorgonzola entre outros. Estes queijos vão bem com vinhos doces como o vinho do Porto Tawny, LBV ou Vintage, Riesling, Gewürztraminer e até com Sauternes sendo um Roquefort.

Duro,  tem a casca fina à grossa, áspera ou lisa, de textura cremosa, flexível ou quebradiça, quando jovem tem um sabor adocicado e amanteigado quando fica mais velho é granulado e seus aromas são mais complexos cebola caramelizada e amêndoa. Estes podem ser consumidos sozinhos ou ralados sobre as pastas. Os mais encontrados no Brasil são Cheddar, Gouda, Emmental, Grana Padano, Parmigiano-Reggiano, Parmesão, Pecorino, Gruyère. Vai bem com tintos encorpado e maduro, Cabernet Sauvignon, italianos potentes como Barolo e Barbaresco.

O mais importante na harmonização é você beber e comer o que te dar prazer.

Arilton Soares, Sommelier – Rede Gourmet BH.

 

Qual a diferença entre aguardente, pinga e cachaça?

4

Há quem generalize, mas cachaça, pinga e aguardente não são a mesma coisa. De acordo com Roberta Saldanha, a aguardente é uma bebida de alto teor alcoólico, obtida por destilação de cereais, frutas, raízes, sementes, tubérculos, canas-de-açúcar, castanhas, vinhos, plantas, melaços ou gramíneas.

A cachaça é um destilado feito da borra ou do melado da cana-de-açúcar. Seu nome pode ter vindo da velha língua ibérica cachaza (vinho de borra), um vinho inferior bebido em Portugal e Espanha. Já a pinga é fabricada com base na garapa e caldo de cana fermentado. Durante o processo de destilação em alambique, o vapor se condensa aos pingos, o que explica a origem de seu nome.

Foto: Getty Images

Fonte: Terra.com

COMIDA CONTEMPORÂNEA

A cozinha contemporânea usa da criatividade para destacar e preservar sabores. Com as técnicas novas, europeias clássicas e americanas de diferentes chefes, combina os ingredientes de maneiras diversas e surpreendentes.

Os adeptos da cozinha contemporânea compreendem que degustar é diferente de saciar a fome. Por isso, o ritual da comida tem início na observação da disposição dos pratos à mesa. “A cozinha contemporânea permite isso sendo apresentada em poções para serem degustadas e não saciar a fome simplesmente”, explica. Alguns restaurantes especializados nesse tipo de cozinha, servem o “menu degustação” onde são apresentados vários pratos, propiciando uma viagem contemporânea de sabores.

Pensando em tudo isso e achando a melhor forma de proporcionar uma experiência gastronômica de alta qualidade para seus clientes, o Restaurante Santafé, possui uma variedade de pratos , com mais de 60 opções de saladas, a mistura de temperos mediterrâneos compondo a culinária internacional, dando um toque peculiar a cozinha da casa.

 

Uma sugestão do Restaurante Santafé é o Filet à Toscana:

filet a toscana logo

Delicioso filet mignon grelhado coberto com fatias de abobrinha italiana grelhada, berinjela grelhada, muçarela de búfala e tomates confitados. Tudo sobre refrescante molho pesto.

 

Pizza de Tapioca

O lançamento da Pizzaria Olegário, usa na massa artesanal a fécula de mandioca, que não contém gordura, sódio e o tão famigerado glúten. Assado a lenha o disco dispensa o uso de óleo e leite e contém meras 150 kcal. Quer dizer, vai depender do recheio escolhido.

A novidade da Pizzaria Olegário, além de ser uma opção saudável, vale lembrar outro super benefício da pizza de tapioca que é o seu delicioso sabor, podendo ser a base para todos os sabores do cardápio, desde os tradicionais até a vegetariana.

A massa é produzida na própria casa em uma receita é trancada a sete chaves.E para comemorar o surgimento da mais nova pizza da Pizzaria Olegário, foi feito um evento em uma das unidades Olegário (JARDINS), que aconteceu no dia 2 de abril de 2016, com o comparecimento de convidados especiais, com direito a um momento de malhação e degustação da mais nova receita fitness de Belo Horizonte.

Algumas sugestões de recheios fitness:

  • Rúcula (Molho de Tomate, Mussarela Especial, Rúcula, Tomate Seco e Alho Torrado.
  • Alho Poró (Molho de Tomate, Mussarela Especial, Alho Poró, Parmesão, Manjericão, Salsinha e Orégano.)
  • Marguerita (Molho de Tomate, Mussarela Especial, Fatias de Tomate, Grana Padano Ralado, Orégano e Manjericão.
  • Caprese (Molho de Tomate, Mussarela Especial, Fatias de Tomate, Fatias de Mussarela de Búfala, Salsinha e Molho Pesto de Manjericão.
  • Capri (Molho de Tomate, Mussarela Búfala, Queijo Cabra Fresco, Queijo Cabra Pecorino, Presunto de Parma e Salsinha.
  • Burrata Al Pesto (Molho de Tomate, Mussarela Especial, Tomates Confitados,Burrata e Molho Pesto.

Etiqueta à Mesa Japonesa

A gente fala em etiqueta à mesa e normalmente pensa em como usar corretamente garfo, faca, copos de vinho e etc… Mas não é só a refeição ocidental que possui etiqueta. A oriental também! E como muita gente gosta de comida japonesa – eu, pelo menos, adoro – aqui vão algumas regrinhas de como se portar corretamente em um restaurante ou até mesmo em casa em um evento típico! 

2013.06.13-Etiqueta-Japonesa

Como usar a toalhinha única entregue antes da refeição?

Aquela toalhinha se chama oshibori. O correto é que ela seja entregue quente no inverno e fria no verão, enrolada dentro do oshiboridai, que é um pratinho de apoio, às vezes na forma de barco. A toalhinha deve ser aberta para passar apenas nas mãos e depois colocada, sem dobrar, sobre o apoio. Nada de limpar a boca ou o rosto com a toalhinha, hein!? É só a mão mesmo, ok? rs…

Como beber o sakê?

O copo de sakê chama-se otchoko. É pequeno, sem pé, e o de uso diário é de cerâmica. Tem também o quadrado de madeira cavilhada, que é tradicionalmente reservado para festas. Estes se chamam massu e hoje em dia é o que mais vemos nos restaurantes japoneses.

O sakê é sempre servido em temperatura ambiente e sem aquela pitadinha de sal que algumas pessoas costumam colocar na borda do massu.

Como usar o hashi e comer corretamente?

Os hashis são aqueles pauzinhos que a gente usa para comer os deliciosos sushis, sashimise outras delícias da culinária japonesa. Para utilizá-los corretamente:

1. Nunca raspe um hashi no outro depois de separá-los. Muita gente faz isso para tirar eventuais farpinhas do pauzinho, mas num restaurante típico você está indiretamente dizendo que os hashis não são de qualidade…

2. Para segurá-lo, fixe um deles entre os dedos, depois segure o outro e movimente só o de cima como uma pinça, como no desenho abaixo. Se achar muito difícil, saiba que comer com as mãos também é correto!

2013.06.13-Etiqueta-Japonesa

3. O correto também é pegar o hashi sempre do meio para cima e não na parte inferior. Para pegar o alimento, a posição correta dos pauzinhos é inclinada e não na vertical.

4. Não passeie com o hashi sobre os pratos enquanto decide o que vai escolher.

5. Não revire os alimentos que estão na vasilha para escolher do qual gosta.

6. Gesticular ou apontar para as pessoas com o hashi na mão também não é legal!

7. Não espete os alimentos com o hashi, use-o sempre como pinça.

8. Gente, nada de passar a língua no hashi ou de raspar um no outro para retirar alimentos grudados nele.

9. Coma os alimentos em um só bocado. Se forem muito grandes, você pode dividí-los com o hashi e não dando dentadas.

10. Nunca mergulhe o lado do arroz no molho shoyu, mas sim a parte do peixe.

11. Não coloque pedaços de gengibre sobre o sushi (Adoro aquele gengibre!). Ele deve ser comido entre uma peça e outra para limpar o paladar.

12. Não misture wasabi no molho shoyu. Ele deve ser colocado direto no sushi.

13. Não segure o hashi com os dentes quando quiser usar as duas mãos: repouse-os dentro da bandeja, apoiando os cabos sobre a borda.

14. Observe se os alimentos que vão ser levados à boca não estão pingando molho. Ninguém merece roupa manchada! 😉

Fonte: Home4two/ Por Fabiana Bellentani