Udon no seu evento

O Udon foi inaugurado em 2008 e hoje é uma das principais referências da Culinária Japonesa em Belo Horizonte. Possui duas unidades, uma no Lourdes, sendo essa sua matriz, e outra no Belvedere, e trouxe para a cidade um novo conceito em Izakaya, o restaurante vem integrado com o famoso bar japonês. Seu menu, destaca-se pelas combinações exclusivas dos nossos chefs, além dos pratos tradicionais da gastronomia oriental.

Temos uma novidade incrível para você que adora uma comida japonesa. Agora, o restaurante Udon trabalha com buffet especial para eventos. Já imaginou ter a melhor comida japonesa de BH na sua confraternização? Muito legal, não é?!

Para maiores informações, entre em contato através dos números (31) 3324-0052 Udon Belvedere ou (31) 3243-8004 Udon Lourdes.

Fonte: Udon Restaurante

5 Benefícios do saquê para a sua saúde

O saquê é uma bebida com sabores e aromas individuais. É tradicional no Japão, principalmente, em cerimônias de casamento, festas e celebrações em geral.

No Brasil, a bebida não é consumida somente em restaurantes orientais e por ter um sabor suave, é muito usada como base para coquetéis, sendo o mais tradicional deles o caipisaquê. Os ingredientes básicos que compõem essa bebida são arroz e água, somados aos agentes de fermentação (levedura e o fungo koji-kin). Confira cinco benefícios do saquê para que você possa desfrutar dessa bebida!

1. REDUÇÃO DO RISCO DE ALGUNS TIPOS DE CÂNCER

A National Câncer Center, localizada no Japão, fez uma pesquisa com 265.000 homens japoneses e descobriu que os indivíduos que bebiam saquê todos os dias possuíam menor risco de câncer do que os que não consumiam. O Departamento Médico, da Universidade de Aichi, relatou que na composição dessa bebida há algumas substâncias que ajudam a inibir a proliferação do câncer de bexiga, próstata e células de câncer uterino. A glucosamina presente no saquê ativa células anti-tumorais.

2. SISTEMA CARDIOVASCULAR 

O consumo moderado de saquê pode auxiliar no tratamento de doenças cardíacas e cerebrovasculares, prevenindo a formação de coágulos sanguíneos e ajudando na redução do colesterol. A ingestão moderada de saquê aumenta uroquinase, uma substância que libera coágulos sanguíneos.

3. AUXÍLIO DO CLAREAMENTO DE PELE

O saquê contém uma variedade de substâncias que inibem o desempenho da melanina, uma das causas do aparecimento de manchas solares, manchas de idade e sardas.

4. BENEFÍCIOS PARA PELE ÁSPERA

Algumas pesquisas descobriram que o Saquê contém α-Etil Glucoside (α-EG), o que auxilia no tratamento da pele áspera através da cornificação de células epidérmicas.

5. AUXÍLIO NA PREVENÇÃO DE ALERGIAS

O saquê contém cinco tipos de substâncias que inibem a enzima chamada Catepsina B, uma das causas de alergias. Assim, o consumo moderado pode auxiliar na prevenção do aparecimento de alergias de pólen, alimentos e ácaros. Vale reforçar que os benefícios do saquê para saúde só se aplicam para o consumo MODERADO. Beber em grandes quantidades pode reverter a maioria desses benefícios em malefícios.

Fonte: Manual do homem moderno 

Sorvete no inverno?

Em alguns países europeus, onde o inverno é muito mais rigoroso do que no Brasil, o consumo de sorvete é alto. Isso, porque ele é considerado como um tipo de prato principal. No entanto, os brasileiros não têm o hábito de consumir o produto, nessa época do ano, pois o consideram como uma sobremesa de verão. Conheça algumas curiosidades sobre o sorvete:

O  consumo de sorvete, no frio, pode causar gripe e dores de garganta?

NÃO. Não há estudos científicos que comprovem que a gripe e dores de garganta são causadas pelo consumo de sorvete, no inverno.

Sorvete faz mal à saúde?

Com certeza você já ouviu dizer que tudo em excesso pode fazer mal, e não é diferente com o sorvete. Porém, se consumido em uma alimentação balanceada, não há problema. Além disso, bons sorvetes são fontes de cálcio por conterem bastante leite em suas composições, e ainda podem conter vitaminas importantes, se você der  preferência aos sorvetes de frutas.

Sorvete engorda?

Quando se consome mais calorias do que o corpo necessita, há ganho de peso. Por isso, é fundamental manter uma alimentação bem equilibrada.

Uma dica para consumir o sorvete, no período de inverno, é combinar sua temperatura gelada com sobremesas que são servidas quentes. Descubra algumas combinações deliciosas:

Petit Gateau: Essa sobremesa consiste em um pequeno bolo de casquinha crocante com recheio cremoso quente e sorvete. O Petit Gateau mais famoso é o de chocolate com sorvete de creme, mas é possível fazer deliciosas variações dos sabores dessa sobremesa, como o Petit Gateau de goiaba com sorvete cremoso de queijo.



Torta de maçã: É uma deliciosa opção para equilibrar com a temperatura do sorvete. Experimente acrescentar calda de caramelo, fica incrível.

Banana Fry: Banana empanada e frita. Essa sobremesa fica ainda melhor acompanhada por ganache de chocolate e sorvete de creme.

Pizza doce: Você pode escolher o seu sabor preferido de pizza doce e sorvete para criar combinações inusitadas e deliciosas. As nossas dicas são: Pizza de chocolate e pizza de banana com açúcar mascavo, acompanhadas por sorvete de creme.

Banana caramelizada: Essa opção combina bastante com sorvete de creme. Mas, se preferir, combine com o outro sabor de sorvete.

Dia dos Namorados 2017

A data mais romântica do ano se aproxima e merece ser comemorada com muito amor e sabor! 🍷❤️ Quer surpreender o seu amor no Dia dos Namorados? Preparamos um menu especial para vocês celebrarem esse dia.

 

Pizzaria Olegário

cardápio menu especial olegário

Restaurante Santa Fé

cardápio menu especial olegário

Sobremesa Magnifique

Todo mundo sabe que um doce pode alegrar o nosso dia!

Pensando nisso resolvemos acrescentar ao nosso cardápio de sobremesas mais uma opção magnífica que vai te deixar com água na boca.

Que tal surpreender os amigos e família, ou até mesmo a pessoa amada com uma sobremesa deliciosa e linda esteticamente falando, enquanto ainda podemos nos dar “ao luxo” de experimentar um docinho “de leve”?

O nosso magnifique Grand Gateau é feito de delicioso bolo de chocolate combinado com mousse argentina aquecida, morango in natura, raspas de chocolate e o saboroso sorvete no palito Maestro Petit Gateu.

O nome Grand Gateau lhe soa familiar? Pois bem, podemos dizer que ele é uma evolução, ou primo/irmão do famoso Petit Gateau.

A sobremesa original é composta basicamente de sorvete de creme com bolinho é originária (provavelmente) da França e caiu no gosto do público brasileiro que adotou a guloseima prontamente.

Ainda sobre sua possível origem, alguns dizem que nasce na França, em Paris. Outros, dizem que foi um chef francês radicado em Nova York (Jean-Geroges Vongetrichten) que errou na quantidade de farinha ao fazer um bolo, deixando seu interior amolecido e cremoso.

Petit Gateau Olegário

Outros também afirmam que na criação não tem nada de francês. Segundo essas pessoas, um aprendiz de cozinha norte americano aqueceu demais o forno para assar um bolo, fazendo com que a cada externa ficasse dura e crocante, enquanto o interior permanecia cremoso. No Brasil o bolinho chegou por volta da década de 80.

Fato é que o prato é um dos queridinhos da gastronomia e com isso, consequentemente atraiu o interesse de renomados chefs e aspirantes a chefs de cozinha mundo afora, o que acarretou no surgimento do Grand Gateau.

A melhor parte dessa história toda é que você pode experimentar essas duas delícias nas Pizzarias Olegário!

Cardápio Dia das Mães 2017

Neste Dia das Mães os cardápios das Pizzarias Olegário e do Restaurante SantaFé vão ser mais que especiais! Vem conferir…

Cardápio dia das mãesblog

Cardápio dia das mãesblog

Dicas de Etiqueta com vinho

Quando falamos de regras de etiquetas que se referem aos vinhos cada uma tem o seu por que. O objetivo delas é fazer com que a pessoa aprecie o máximo possível o seu vinho, sem atrapalhar sua temperatura, seu sabor e seu ar elegante. Mas na verdade elas servem talvez, para serem seguidas; talvez, para serem quebradas. Essa opção nós deixamos para você decidir, confira abaixo algumas dicas.

ESCOLHENDO A TAÇA

A regra de ouro aqui é usar taças com bojo mais largo para os tintos, que precisam da abertura para respirarem, e as com bojo mais estreito para os brancos, que, por serem servidos gelados, devem ter menos contato com o ambiente para manter a temperatura. Além disso, existem ainda taças específicas para certos tipos de vinho, como a taça Bordeaux e a de vinho do Porto. Os espumantes devem ser servidos naquelas taças mais estreitas e compridas (tulipa ou flauta) para evitar que as bolhinhas escapem. Viu que não é tão complicado assim?

ARRUMANDO A MESA

Para deixar tudo a postos para seus convidados, coloque a taça acima e do lado direito do prato. À esquerda da taça de vinho, coloque o copo ou taça de água — sim, a água é necessária! Ela serve para limpar o paladar entre mordidas e goles, e assim conseguir apreciar o vinho com mais precisão. Lembre-se de que, se estiver servindo espumantes, vinhos brancos ou rosés, pode ser uma boa ideia colocar um balde de gelo na mesa ou em um aparador próximo a ela para manter a bebida na temperatura ideal!

ABRINDO A GARRAFA

Se você tem um bom saca-rolhas, não tem muito mistério para abrir a garrafa, mas só para garantir, siga o passo a passo a seguir:

  1. Retire a proteção de alumínio em volta da rolha;
  2. verifique se há alguma rachadura na rolha, que pode indicar problemas com o vinho;
  3. enrosque o saca-rolhas até a penúltima volta da espiral e puxe com cuidado para não quebrar a rolha;
  4. depois de abrir a garrafa, cheire o vinho para verificar se está tudo bem — cheiro de guardado ou mofo são indicativos de graves problemas com a bebida!;
  5. por último, lembre-se de abrir vinhos que precisam respirar com mais antecedência, cerca de 10 minutos antes de servir.

SERVINDO O VINHO

Chegamos à parte considerada por muitos a mais difícil, embora, na realidade, não seja nenhum bicho de sete cabeças. Para acertar aqui, segure a garrafa pela parte de baixo com a sua mão mais forte (o que vai depender de você ser destro ou canhoto) e, com a outra, apoie o pescoço da garrafa no indicador. Depois de encher a taça do seu convidado até a metade (de preferência, começando pelo hóspede mais velho e seguindo em volta da mesa no sentido horário), gire a garrafa levemente para evitar que o vinho pingue na mesa. Prontinho!

BEBENDO E BRINDANDO

Se você estiver na posição de convidado e for servido primeiro, não vá com muita sede à taça, pois pode ser que o anfitrião queira propor um brinde e, nesse caso, o ideal é que o primeiro gole só venha depois dele! Na hora do “tim-tim”, procure olhar nos olhos de quem estiver brindando com você e não para a taça, e só recoloque-a sobre a mesma depois de brindar com todo mundo.

Evitar fazer barulhos ao beber e não exagerar nas goladas é básico, mas além disso, não se esqueça de segurar a taça sempre pelo cabo ou pelo pé — isso preserva a temperatura do vinho e evita as constrangedoras marcas engorduradas de dedo no cristal.

E, ao escolher as regras de etiqueta que servem para você, não se esqueça que, quando o assunto é gentileza, é melhor pecar pelo excesso, do que pela falta dela. Saúde!

 

Fonte: Blogartdescaves

 

Os 5 pilares da Culinária Japonesa

O número cinco tem uma grande importância na cultura japonesa, se estendendo inclusive à sua rica e tradicional culinária tradicional. Alguns dos seus conceitos básicos estão em vigor há séculos e quando temos a oportunidade de conhecer o “Poder do Cinco”, assim como os seus “Cinco Pilares”, temos a chance de experimentar o melhor que a gastronomia Japonesa pode nos oferecer.

1.   Os Cinco Sentidos

O alimento deve ser apreciado através de todos os cinco sentidos. O paladar e olfato são muito importantes, mas na gastronomia japonesa, a visão também exerce um papel fundamental. Os utensílios utilizados, a apresentação da comida e a forma como ela é servida faz parte do ritual gastronômico japonês, instigando o paladar e aumentando o prazer na hora da degustação.

O tato também é importante, não só a textura do alimento em si, mas também para a louça, que precisa ter uma textura adequada ao toque das mãos. E, por fim a audição, que deve estar atenta ao orquestrado som promovido pelos alimentos sendo saboreados ou até mesmo preparados. Por este motivo constatamos que a culinária japonesa tem o dom de testar nossos cinco sentidos.

2.   As Cinco Cores

Foto: Udon Belvedere

Na culinária japonesa, percebemos a prevalência de cinco cores – branco, preto, vermelho, verde e amarelo. Essas cinco cores têm influência do budismo e pode ser visto nas arquiteturas dos templos, cerâmicas e artes. Segundo os japoneses, ao incluir estas cinco cores em cada refeição estaremos aumentando seu valor nutricional além de favorecer o prazer visual de cada prato.

Em um obentô comum, por exemplo, podemos ver o arroz branco coberto com sementes pretas de gergelim e um umeboshi vermelho, além de uma porção amarela de tamagoyaki (omelete japonesa) e legumes e vegetais verdes. Esta consciência sobre a importância das cores dos alimentos nos ajudam a ter uma refeição equilibrada, com vitaminas e minerais adequadas ao nosso organismo.

3. Os Cinco Sabores

Salgado, doce, azedo, amargo e o umami. Sim, além dos quatro sabores básicos que conhecemos bem, temos ainda o Umami, o quinto sabor do nosso paladar. Umami vem da palavra japonesa umai, que significa delicioso e se refere aos alimentos que contem glutamato tais como carnes, peixes, laticínios e legumes. Este “novo” sabor foi descoberto pelo cientista Kikunae Ikeda no início do século 20.

O Umami (旨味) possui um gosto residual suave, mas duradouro. Na verdade trata-se de um sabor difícil de descrever. Ele induz a salivação e uma sensação aveludada na língua; pode estimular a garganta, o palato e a parte de trás da boca. Sozinho, o Umami não é saboroso, mas torna agradável uma grande variedade de alimentos, especialmente na presença de um aroma correspondente.

4. As Cinco Maneiras

Foto: Enan Correia / Udon Belvedere

A preparação dos pratos também é importante, e aqui, também existem cinco métodos: cru, cozido, frito, cozido no vapor e assados ​​ou grelhados. A culinária Kaiseki faz uso destas várias formas de preparação, que quando somadas fazem com que experiências gastronômicas se torne completa.

Neste tipo de refeição, podemos experimentar alimentos de diferentes sabores e texturas, incluindo alimentos crus como sashimi e sopas como misoshiru ou tonjiru. Também experimentamos algo mais substancial como o tempurá com sua textura crocante, seguido de algum tipo de peixe ou carne grelhada. Temos também o tradicional arroz branco, o tsukemono e legumes cozidos no vapor.

5. As Cinco Atitudes

Foto: Udon Lourdes

Na doutrina budista, observamos a prevalência de cinco atitudes básicas durante a degustação de uma refeição, sendo observadas especialmente em relação à culinária vegetariana servida nos templos. Foram criadas por Soei Yoneda, autor do livro “Good Food from a Japanese Temple”, e foram transformadas em uma prece de gratidão antes da partilha de alimentos nos templos Zen Budistas.

1 – Eu reflito sobre o trabalho realizado até esta comida chegar a mim;
2 – Eu reflito sobre minhas imperfeições, sobre se eu sou merecedor desta refeição.
3 – Que a minha mente esteja livre do egoísmo e da ganância ao saborear esta refeição.
4 – Eu reflito que este alimento é um remédio eficaz para manter a saúde do meu corpo
5 – Eu aceito este alimento para que eu possa cumprir a minha tarefa de iluminação.

 

Fonte: Japão em Foco

Harmonizando Vinhos e Molhos

Quem não conhece aquela regrinha básica, molho vermelho – vinho tinto, molho branco – vinho branco? Mas será que esta regrinha está 100% certa? Você também está em dúvida? Então vamos falar um pouco sobre como uma harmonização de vinho com o molho certo podem mudar o sentido uma gastronomia prato!

Um prato que leva molho possui uma série de ingredientes que influem no resultado final, deixando o  conjunto mais leve, picante, herbal, cítrico, condimentado, etc.

Mas ai vai uma dica simples e certeira: quanto mais forte e intenso for o sabor do molho, mais potente precisa ser o vinho, seja ele branco ou tinto. Vamos ver algumas opções:

Molho de Tomate

Para o molho de tomate prefira vinhos com acidez mais elevada para acompanhar massas que levam o molho. A maioria dos vinhos italianos casa muito bem com este tipo de molho. O estilo do vinho italiano tem uma acidez que vai de encontro com a do molho de tomate.

Exemplo:  Pomodoro e ao sugo

Nestes dois molhos o que ressalta é a acidez do tomate e os aromas das ervas que são usadas, além de serem leves. O vinho ideal é um tinto leve e refrescante. Se o prato for bem leve, ou ainda acompanhar camarões e frutos do mar, um branco mais encorpado vai fazer bonito!

Molho Branco ou Gratinado

Para as massas com molho branco ou gratinado, opte pelos vinhos brancos mais encorpados. Dê preferência também para os vinhos com amadurecimento em barris de carvalho. Os vinhos brancos elaborados com as uvas Chardonnay, Viognier e Verdelho são os mais indicados para harmonização que levam esse tipo de molho.

Exemplo: Molhos brancos (bechamel, Alfredo e ao burro)

Estes molhos extremamente versáteis que acompanham massas, carnes, gratinados e o que mais sua imaginação permitir geralmente levam em comum leite ou creme de leite, manteiga e queijos. O que os diferencia é o toque aromático dos diferentes condimentos que podem conter noz moscada, ervas e outras especiarias. Brancos aromáticos e refrescantes serão as melhores companhias. Mas vale ressaltar que dependendo do acompanhamento como uma carne, um tinto leve também é muito bem vindo.

Molho à Bolonhesa

Os vinhos italianos fazem bonito na harmonização com massas ao molho à Bolonhesa. Há diversas opções que casam bem com esse molho.

Exemplo: À bolonhesa, ou à Amatriciana

Feitos à base de um bom molho de tomate e compostos ou acompanhados por carnes. O bolonhesa normalmente é feito com carne moída de boi e/ou porco. Já o “à amatriciana” é um molho italiano à base de tomate, bacon e pimenta, usado para condimentar as massas. Estas opções dão robustez ao prato, e casam muito bem com tintos de médio corpo a encorpados, com taninos e de boa acidez. Vale até adicionar vinho à receita para dar um toque especial!

Molho Carbonara

No caso das massas com molho Carbonara, o creme de leite é o que define o prato, assim prefira um vinho branco mais leve para acompanhar estes pratos. Alguns bons exemplos são os italianos das uvas Trebbiano ou Pinot Grigio, um vinho Chardonnay frutado, do Chile ou da Argentina, também cai muito bem com o molho Carbonara.

Exemplo: Aos quatro queijos e carbonara

Dois molhos que são puro amor. Com alto teor de gordura e intensidade de sabor, dados pelos queijos e o bacon, no caso do carbonara. Aos quatro queijos é aquele molho que fica bom com tudo, desde o miojo até aquele medalhão de filé mignon, ou um belo molho de gorgonzola e creme de leite. Já o carbonara é aquilo né, ovo, bacon, queijo e pimenta do reino. Como não amar? Para dar brilho à harmonização, vinhos brancos ou espumantes intensos são os mais indicados, a acidez é excelente aliada para quebrar a gordura. No campo dos tintos, taninos macios e não muito robustos casam bem.

Molho Pesto

O molho Pesto é intenso em aromas e tem sabor marcante por conta disso, os melhores vinhos para harmonizar com este tipo de molho são os mais aromáticos. Uma ótima opção é um vinho branco argentino Torrontés – fresco e aromático ou então os vinhos brancos italianos também acompanham muito bem as massas com molho Pesto.

Exemplo: Ao pesto ou ao alho e óleo

Ingrediente que acompanha ambos os molhos, o alho é taxado como difícil, pois dá muita intensidade à ambos os pratos. No pesto levamos em conta os aromas das ervas e especiarias. Ainda assim são molhos leves, então assim devem ser os vinhos, e para dar suporte ao sabor intenso do alho e dos aromas, uma acidez viva é fundamental. Aposte em um Sauvignon Blanc bem jovem ou ainda um Torrontés para dar vida ao prato!

 

As dicas foram ótimas para qualquer refeição ser ainda mais especial, agora é só aproveitar para saborear a harmonização perfeita!

 

http://gourmmelier.com/harmonizando-vinhos-e-molhos/ e https://www.cuecasnacozinha.com.br/2012/07/vinhos-massas-e-molhos/