Sobremesa Magnifique

Todo mundo sabe que um doce pode alegrar o nosso dia!

Pensando nisso resolvemos acrescentar ao nosso cardápio de sobremesas mais uma opção magnífica que vai te deixar com água na boca.

Que tal surpreender os amigos e família, ou até mesmo a pessoa amada com uma sobremesa deliciosa e linda esteticamente falando, enquanto ainda podemos nos dar “ao luxo” de experimentar um docinho “de leve”?

O nosso magnifique Grand Gateau é feito de delicioso bolo de chocolate combinado com mousse argentina aquecida, morango in natura, raspas de chocolate e o saboroso sorvete no palito Maestro Petit Gateu.

O nome Grand Gateau lhe soa familiar? Pois bem, podemos dizer que ele é uma evolução, ou primo/irmão do famoso Petit Gateau.

A sobremesa original é composta basicamente de sorvete de creme com bolinho é originária (provavelmente) da França e caiu no gosto do público brasileiro que adotou a guloseima prontamente.

Ainda sobre sua possível origem, alguns dizem que nasce na França, em Paris. Outros, dizem que foi um chef francês radicado em Nova York (Jean-Geroges Vongetrichten) que errou na quantidade de farinha ao fazer um bolo, deixando seu interior amolecido e cremoso.

Petit Gateau Olegário

Outros também afirmam que na criação não tem nada de francês. Segundo essas pessoas, um aprendiz de cozinha norte americano aqueceu demais o forno para assar um bolo, fazendo com que a cada externa ficasse dura e crocante, enquanto o interior permanecia cremoso. No Brasil o bolinho chegou por volta da década de 80.

Fato é que o prato é um dos queridinhos da gastronomia e com isso, consequentemente atraiu o interesse de renomados chefs e aspirantes a chefs de cozinha mundo afora, o que acarretou no surgimento do Grand Gateau.

A melhor parte dessa história toda é que você pode experimentar essas duas delícias nas Pizzarias Olegário!

Dicas de Etiqueta com vinho

Quando falamos de regras de etiquetas que se referem aos vinhos cada uma tem o seu por que. O objetivo delas é fazer com que a pessoa aprecie o máximo possível o seu vinho, sem atrapalhar sua temperatura, seu sabor e seu ar elegante. Mas na verdade elas servem talvez, para serem seguidas; talvez, para serem quebradas. Essa opção nós deixamos para você decidir, confira abaixo algumas dicas.

ESCOLHENDO A TAÇA

A regra de ouro aqui é usar taças com bojo mais largo para os tintos, que precisam da abertura para respirarem, e as com bojo mais estreito para os brancos, que, por serem servidos gelados, devem ter menos contato com o ambiente para manter a temperatura. Além disso, existem ainda taças específicas para certos tipos de vinho, como a taça Bordeaux e a de vinho do Porto. Os espumantes devem ser servidos naquelas taças mais estreitas e compridas (tulipa ou flauta) para evitar que as bolhinhas escapem. Viu que não é tão complicado assim?

ARRUMANDO A MESA

Para deixar tudo a postos para seus convidados, coloque a taça acima e do lado direito do prato. À esquerda da taça de vinho, coloque o copo ou taça de água — sim, a água é necessária! Ela serve para limpar o paladar entre mordidas e goles, e assim conseguir apreciar o vinho com mais precisão. Lembre-se de que, se estiver servindo espumantes, vinhos brancos ou rosés, pode ser uma boa ideia colocar um balde de gelo na mesa ou em um aparador próximo a ela para manter a bebida na temperatura ideal!

ABRINDO A GARRAFA

Se você tem um bom saca-rolhas, não tem muito mistério para abrir a garrafa, mas só para garantir, siga o passo a passo a seguir:

  1. Retire a proteção de alumínio em volta da rolha;
  2. verifique se há alguma rachadura na rolha, que pode indicar problemas com o vinho;
  3. enrosque o saca-rolhas até a penúltima volta da espiral e puxe com cuidado para não quebrar a rolha;
  4. depois de abrir a garrafa, cheire o vinho para verificar se está tudo bem — cheiro de guardado ou mofo são indicativos de graves problemas com a bebida!;
  5. por último, lembre-se de abrir vinhos que precisam respirar com mais antecedência, cerca de 10 minutos antes de servir.

SERVINDO O VINHO

Chegamos à parte considerada por muitos a mais difícil, embora, na realidade, não seja nenhum bicho de sete cabeças. Para acertar aqui, segure a garrafa pela parte de baixo com a sua mão mais forte (o que vai depender de você ser destro ou canhoto) e, com a outra, apoie o pescoço da garrafa no indicador. Depois de encher a taça do seu convidado até a metade (de preferência, começando pelo hóspede mais velho e seguindo em volta da mesa no sentido horário), gire a garrafa levemente para evitar que o vinho pingue na mesa. Prontinho!

BEBENDO E BRINDANDO

Se você estiver na posição de convidado e for servido primeiro, não vá com muita sede à taça, pois pode ser que o anfitrião queira propor um brinde e, nesse caso, o ideal é que o primeiro gole só venha depois dele! Na hora do “tim-tim”, procure olhar nos olhos de quem estiver brindando com você e não para a taça, e só recoloque-a sobre a mesma depois de brindar com todo mundo.

Evitar fazer barulhos ao beber e não exagerar nas goladas é básico, mas além disso, não se esqueça de segurar a taça sempre pelo cabo ou pelo pé — isso preserva a temperatura do vinho e evita as constrangedoras marcas engorduradas de dedo no cristal.

E, ao escolher as regras de etiqueta que servem para você, não se esqueça que, quando o assunto é gentileza, é melhor pecar pelo excesso, do que pela falta dela. Saúde!

 

Fonte: Blogartdescaves

 

Paella Brasilenã

A Paella é certamente um dos pratos mais famosos do mundo, e encanta pelo sabor, aroma e cores. Originaria de Valencia, região costeira da Espanha, trata-se de um arroz composto de vários ingredientes e especiarias, entre elas o açafrão, a mais cara especiaria do mundo.

Por trás de vários mitos e histórias, o mais conhecido significado para o nome do prato é que a palavra/nome “PAELLA” deriva da antiga palavra francesa “PAELLE” (panela em francês).

Ingredientes

  • 400 gr de cebola
  • 2 dentes de alho
  • 100 gr de vagem
  • 150 gr de pimentão
  • 300 gr de tomate
  • 250 gr de linguiça toscana
  • 100 gr de bacon
  • 300 gr bisteca suina
  • 6 fatias de banana da terra
  • 15 gr de salsinha
  • 30 unidades de pimenta biquinho
  • Páprica picante a gosto
  • 800 ml de caldo de carne
  • 400 gr de arroz parboilizado
  • Sal a gosto
  • 0,2 gr de azafran

Modo de preparo

  1. Prepare um “Sofrito”, fritando o bacon picado, a carne da bisteca e a linguiça
  2. Assim que estiver bem dourado, “pegando” no fundo da panela, adicione as cebolas, e tempere com uma pitada de sal para cada ingrediente
  3. Acrescente em seguida o pimentão e a vagem
  4. Em fogo alto, frite bem estes legumes, sempre mexendo para não queimar e adicione a salsinha processada com alho e sal
  5. Frite por mais 5 minutos e coloque o tomate, começando assim o cozimento devido à água do tomate
  6. Corrija o sal e deixe refogar por 15 minutos em fogo médio/baixo
  7. Em seguida acrescente aos poucos o caldo, feito com os ossos da bisteca e um mirepoix, até cobrir o rebite da alça da Paella
  8. Adicione o azafran, o colorante e após abrir fervura corrija o sal e coloque o arroz
  9. Misture bem
  10. Assim que o caldo evaporar, o arroz estará cozido
  11. Sirva num prato e decore com a pimenta biquinho, chips de banana da terra e um ramo de salsinha

Uma boa Paella é aquela que encanta pela bela combinação de sabores, que pode inicialmente parecer estranho, mas ao comer prova-se o contrário.

 

Fonte receita: http://gnt.globo.com/receitas/receitas/paella-brasilena.htm

Queijos Brasileiros

Os queijos brasileiros estão evoluindo muito e rapidamente. Nos últimos anos, os produtores afinaram suas técnicas, os comerciantes estão tratando bem os queijos e o público respondeu com entusiasmo. A melhor notícia é que bons queijos estão sendo produzidos por todo o país: o Brasil não tem só canastras. A produção nacional tem outros grandes queijos regionais, como o serrano do Rio Grande do Sul, o coalho do Nordeste, entre tantos outros. E eles começam a ganhar lugar de destaque, em lojas especializadas que se espalham não apenas em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas em diversas capitais.

O Paladar fez uma dura seleção com a ajuda do livro Queijos do Brasil e do Mundo, de José Osvaldo do Amarante. Depois da seleção orfabizou uma degustação de alguns dos melhores queijos que apareceram no mercado nos últimos anos. * Os preços foram checados em janeiro/2017.

Participaram da degustação Amarante, os especialistas Bruno Cabral (Mestre Queijeiro) e Fernando Oliveira (A Queijaria), além da editora do Paladar, Patrícia Ferraz, e do crítico gastronômico, José Orenstein.

Leite: cru de ovelha
Textura: quebradiço
Maturação: mínimo de 12 meses
Descrição: de sabor característico de queijos de leite de ovelha e salgadinho na medida. Apesar do aroma adocicado, o sabor picante prevalece – um contraste que ganhou a nossa atenção. Bom substituto do pecorino no preparo do cacio e pepe.
Produtor: a Grand Paladare é pioneira no País na produção de queijos artesanais de ovelha.
Preço: R$ 184 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: vaca pasteurizado
Textura: firme
Maturação: 5 meses
Descrição: de sobrenome “estilo reino”, este queijo de casca lavada com beterraba – que dá a cor característica na parte de fora – atende às expectativas de quem tem familiaridade com o tipo. É um queijo gostoso, simples e artesanal e vai bem com uma boa goiabada, no tradicional Romeu e Julieta.
Produtor: Fazenda Santa Luzia, que fica em Itapetininga, no interior de São Paulo.
Preço: R$ 120 (o quilo)
Onde: A Queijaria

Leite: misto – 50% de cabra e 50% de búfala pasteurizados
Textura: macio
Maturação: 60 dias
Descrição: parceria da produtora Heloisa Collins com Fernando Oliveira, que matura o queijo em uma caverna. O processo dá complexidade ao queijo – sabor suave e doce com leve picância.
Produtor: Capril do Bosque, que cria cabras – o leite de búfala vem da fazenda vizinha.
Preço: R$ 68 (a peça de 250g)
Onde: A Queijaria

Leite: cru de vaca
Textura: cremoso
Maturação: 30 a 40 dias
Descrição: a casca rústica e dura, com mofo artificial trazido da França, esconde um interior muito cremoso – seu ponto alto. Inspirado na receita do queijo francês Tomme de Savoie.
Produtor: no Vale do Paraíba paulista, o francês Christophe Faraud faz outras variedades
de queijo de receita francesa.
Preço: R$ 155 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: cru de ovelha
Textura: firme
Maturação: 90 dias
Descrição: este não é um queijo fácil. Tem sabores bem complexos, talvez o que rendeu mais discussão na degustação. Começa difícil, mas cresce na boca, com picos de picância e amargor que se revelam ao final.
Produtor: Lara Dias, que está à frente da Sabores da Ovelha, foi até a serra da Canastra para aprender o método de preparo do queijo tradicional da região. Depois, reproduziu a receita utilizando leite de ovelha.
Preço: R$ 180 (o quilo)
Onde: A Queijaria

Leite: cru de vaca
Textura: macio
Maturação: 6 meses
Descrição: agradável com sabor amanteigado, é um queijo fácil, para qualquer ocasião. Pode ser comparado a um parmesão não finalizado – doce e granulado, só que um pouco mais cremoso.
Produtor: os produtores da Fazenda Santana já criavam gado antes de decidirem investir na produção de queijo, com a ajuda de um especialista francês. Preço: R$ 180 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: cru de vaca
Textura: macio
Maturação: mínimo de 90 dias
Descrição: apesar do nome, em nada se assemelha com o queijo italiano. Este tem sabor potente e picante.
Produtor: uma cooperativa de mais de cem produtores no município de Alagoa (MG), no alto da serra da Mantiqueira, é a responsável pela identidade deste queijo, tradicional da região.
Preço: R$ 94 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: cru de vaca
Textura: firme e elástico
Maturação: 45 a 60 dias
Descrição: de aroma simples e sabor complexo, este queijo virou um hit na loja de Bruno. Como o próprio nome já diz, se sai bem no preparo da tradicional receita suíça.
Produtor: o suíço Dieter Müller e sua mulher, a brasileira Soraya, produzem esse queijo no Vale do Jequitinhonha.
Preço: R$ 108 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: cru de vaca
Textura: amanteigado
Maturação: 30 a 45 dias
Descrição: este é um queijo fácil, por assim dizer: suave na boca e com boa acidez, equilibrado do começo ao fim. Um bom queijo de mesa, ótimo para acompanhar um café mineiro.
Produtor: a serra capixaba é região de imigrantes italianos, como este produtor. Radicado há poucos anos no País, Amedeo Mazocca faz outros dois tipos de queijo de receita italiana.
Preço: R$ 121 (o quilo)
Onde: Mestre Queijeiro

Leite: cru de vaca
Textura: amanteigado (semiduro)
Maturação: 120 dias
Descrição: esse “canastra” do Sul é tradicional gaúcho. A região mineral confere sabor intenso e forte aroma de azeitona. Parece que leva azeite, mas é impressão. Preferido de muitos da degustação.
Produtor: Antonio Lopes é quem está por trás deste queijo (feito em pequena escala) e do movimento queijeiro da região – fazendo escola para outros produtores. Segue a tradição dos portugueses.
Preço: R$ 128 (o quilo)
Onde: A Queijaria

Fonte: paladar.estadao.com.br
por Renata Mesquita

Queijo e vinho nasceram um para o outro?

Pode ser que não, acreditando nesta frase é onde se erra mais, na prática, achar uma harmonização perfeita entre queijos e vinhos nem sempre é uma tarefa fácil, mas quando acerta é fantástico. Essa combinação pode não ser fácil porque existe milhares de queijos de vários sabores e alguns bem fortes, gordurosos, com alta acidez e com sal mais pronunciado. Na maioria dos casos temos que evitar vinhos muito jovens e tânicos porque o tanino vai causar conflito, podendo deixar a boca com gosto desagradável de metal. Prefira os vinhos com taninos mais maduros ou jovens com taninos mais macios. Porém, estes fatores não devem nos intimidar, o queijo é um alimento que vai bem com vinho.

Uma seleção de bons queijos acompanhada por um bom vinho, acrescentados de um mix de frutas secas e pães variados, pode ser uma experiência muito agradável. Os queijos podem ser servidos como aperitivo, entre as refeições, ou como sobremesa, o vinho certo vai exaltar mais ainda as suas qualidades.

Os queijos e os vinhos são capazes de nos proporcionar um prazer enogastronômico fantástico. Para errar um pouco menos temos que seguir algumas regras que irão nos ajudar, assim como em qualquer harmonização, o sabor do queijo não deve cobrir o do vinho e vice-versa.

A diversidade de queijos abre possibilidade para harmonizações diversas. Os queijos podem ser: fresco, fresco curado, branco mole, semi-mole, duro, azul e temperado, segundo “O Livro do Queijo” (Editora Globo). A partir das breves descrições ficará mais fácil encontrar os queijos de sua preferência e buscar o vinho que melhor harmoniza com eles.

Tipos de queijos e vinhos que harmonizam

Frescos, não tem casca, tem alto teor de umidade e acidez mais alta. Nessa categoria estão, Mozzarela de búfala, Ricota, Burrata, Mascarpone, Minas da serra da Canastra ou do Serro e o Grego Feta produzido com leite de ovelha ou cabra. Esses combinam com vinhos brancos jovens e frescos, os italianos verdicchio, Soave,Sauvignon Blanc da Nova Zelândia, vinho verde português etc.

Fresco curado, possui uma casca fina e enrugada, composta por bolores branco, cinza e azul. Os servidos mais jovens são cremosos e os mais velhos ficam quebradiços. São queijos pouco encontrados no Brasil, na França principalmente no vale do Loire temos Clochette, Valençay, Ventadour, na Itália tem o Formaggella Del Luinese. Para estes queijos o vinho branco de Sauvignon Blanc Sancerres da região do Loire, para o italino Cabernet Sauvignon sem madeira.

Brancos moles, coberto pelo bolor ficando uma casca branca e aveludada, tem uma textura cremosa com aromas de madeira úmida e principalmente de cogumelos. Os exemplares mais conhecidos no Brasil são os franceses Brie e Camembert. O vinho branco de Chardonnay ou um tinto da Borgonha mais simples ou Côtes-du-Rhône.

Semimole, pode ser de casca fina e seca a pegajosa de cor alaranjada ou aplicar uma cera vermelha. Os sabores podem ser suaves, de nozes, defumado e floral. Os queijos desse grupo são o holandês Edam, Italiano Provolone, português Serra da Estrela. Vinhos para Harmoniza, Chardonnay, tintos leve de Merlot , Carmenere, vinho da região de Lisboa.

Azul, casca pegajosa e áspera, entremeado de bolor não só na casca, mas em todo o queijo. Os queijos azuis não tem uma aparência bonita. Possuem como traço comum um sabor discretamente metálico e picante (sem ser, de fato, apimentado). A textura é geralmente úmida, para favorecer o desenvolvimento do bolor. O teor de sal é usualmente superior ao dos demais queijos. Os queijos desta categoria são Stilton, Roquefort, Gorgonzola entre outros. Estes queijos vão bem com vinhos doces como o vinho do Porto Tawny, LBV ou Vintage, Riesling, Gewürztraminer e até com Sauternes sendo um Roquefort.

Duro,  tem a casca fina à grossa, áspera ou lisa, de textura cremosa, flexível ou quebradiça, quando jovem tem um sabor adocicado e amanteigado quando fica mais velho é granulado e seus aromas são mais complexos cebola caramelizada e amêndoa. Estes podem ser consumidos sozinhos ou ralados sobre as pastas. Os mais encontrados no Brasil são Cheddar, Gouda, Emmental, Grana Padano, Parmigiano-Reggiano, Parmesão, Pecorino, Gruyère. Vai bem com tintos encorpado e maduro, Cabernet Sauvignon, italianos potentes como Barolo e Barbaresco.

O mais importante na harmonização é você beber e comer o que te dar prazer.

Arilton Soares, Sommelier – Rede Gourmet BH.

 

Rede Gourmet destaque na revista Encontro

revista encontro blog

Entretenimento

Agilberto Martins da Costa
Nasceu em Belo Horizonte
54 anos, casado, 1 filho e 1 enteado
Formado em engenharia Civil pela Fume. Sócio-fundador da Rede Gourmet

Pedro Martins da Costa
Nasceu em Belo Horizonte
51 anos, casado, 2 filhos
Formado em ciências contábeis pela PUC Minas. Sócio-fundador da Rede Gourmet

Entre os muitos hobbies que o empresário Pedro Martins da Costa tem, está o de reunir os amigos em sua casa de campo, em Nova Lima, e preparar uma bacalhoada. Hábito similar ao do irmão Agilberto Martins da Costa, cuja especialidade é moqueca. Porém, os dois assumem: os dotes culinários param por aí. Quer dizer, isso se não for levado em conta o talento para gerenciar negócios gastronômicos. Aí, não falta expertise. Eles comandam a Rede Gourmet, grupo fundado em 1991 que reúne os premiados restaurantes Santafé, Udon e Olegário Pizza e Forneria.

Em 2016, quando muitos do setor de alimentação fecharam as portas, os dois avançaram. Em abril, inauguraram uma central de molhos, passo para garantir a padronização e qualidade das receitas servidas. A cozinha segue a ficha técnica, depois refrigera e distribui os produtos em saquinhos. Por mês, são ensacadas 11 mil porções de molhos, que têm entre 50 ml e 1 l. Os menores vão para pratos à la carte, enquanto os maiores são usados na produção de pizzas, por exemplo.

Pouco tempo depois, em novembro, foi a vez de chegarem ao bairro Belvedere, com a abertura da segunda unidade do restaurante japonês Udon, agora no Ceaser Bussiness e ao lado de três sócios. “O ano foi melhor do que prevíamos”, resume Agilberto. “O tanto que demitimos em 2015, recontratamos em 2016. Esperamos aumento de 5% no lucro e 20% no faturamento comparado com o ano anterior”, diz.

Engenheiro civil por formação, ele trabalhava na Andrade Gutierrez quando surgiu o desejo de empreender. Como gostava de frequentar uma sanduicheria em São Paulo e não encontrava nada igual em BH, ele se inspirou. Chamou o irmão caçula, Pedro, formado em ciências contábeis, e montaram uma lojinha na rua Alagoas com sanduíches em pão francês. Ganharam um cliente especial, dono de um hotel a poucos metros dali. Quando esse empresário decidiu terceirizar a área de alimentação do seu negócio, lembrou-se da dupla. Surgia assim, por acaso, o que viria se tornar a especialidade de Pedro e Agilberto: administrar o setor alimentar em hotéis e, quando possível, abrir os restaurantes para clientes externos. Hoje, mantêm 12 estabelecimentos, sendo quatro apenas para hóspedes.

O primeiro aberto ao público foi o Santafé, há 22 anos. Sete anos depois, inauguraram a Olegário no Lourdes. Quando a capital passou por sua expansão hoteleira devido à Copa do Mundo, em 2013, choveram convites para levar as casas a unidades de diferentes bandeiras. Criaram então um modelo de franquia. “Somos franqueadores e franqueados. Em cada local, temos uma porcentagem de sociedade e um ou mais sócios”, explica Pedro.

A veia empresarial e a dedicação foram fundamentais. Assim como o domínio em gestão e logística. Para se ter ideia, a compra mensal que fazem para a rede tem 1.500 itens de cozinha: são 5 toneladas de muçarela por mês, assim como 500 litros de azeite e 4.500 garrafas de vinho. Os irmãos não escondem os segredos para o sucesso. “Prezamos pela qualidade gastronômica e de atendimento e sempre estamos cortando custos”, diz Pedro. Só não adianta pedir dicas para a bacalhoada e moqueca, essas são sigilosas.

fonte; revista encontro, por: Aline Gonçalves, 11/01/2017 15:09.

Qual a diferença entre aguardente, pinga e cachaça?

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Há quem generalize, mas cachaça, pinga e aguardente não são a mesma coisa. De acordo com Roberta Saldanha, a aguardente é uma bebida de alto teor alcoólico, obtida por destilação de cereais, frutas, raízes, sementes, tubérculos, canas-de-açúcar, castanhas, vinhos, plantas, melaços ou gramíneas.

A cachaça é um destilado feito da borra ou do melado da cana-de-açúcar. Seu nome pode ter vindo da velha língua ibérica cachaza (vinho de borra), um vinho inferior bebido em Portugal e Espanha. Já a pinga é fabricada com base na garapa e caldo de cana fermentado. Durante o processo de destilação em alambique, o vapor se condensa aos pingos, o que explica a origem de seu nome.

Foto: Getty Images

Fonte: Terra.com

COMIDA CONTEMPORÂNEA

A cozinha contemporânea usa da criatividade para destacar e preservar sabores. Com as técnicas novas, europeias clássicas e americanas de diferentes chefes, combina os ingredientes de maneiras diversas e surpreendentes.

Os adeptos da cozinha contemporânea compreendem que degustar é diferente de saciar a fome. Por isso, o ritual da comida tem início na observação da disposição dos pratos à mesa. “A cozinha contemporânea permite isso sendo apresentada em poções para serem degustadas e não saciar a fome simplesmente”, explica. Alguns restaurantes especializados nesse tipo de cozinha, servem o “menu degustação” onde são apresentados vários pratos, propiciando uma viagem contemporânea de sabores.

Pensando em tudo isso e achando a melhor forma de proporcionar uma experiência gastronômica de alta qualidade para seus clientes, o Restaurante Santafé, possui uma variedade de pratos , com mais de 60 opções de saladas, a mistura de temperos mediterrâneos compondo a culinária internacional, dando um toque peculiar a cozinha da casa.

 

Uma sugestão do Restaurante Santafé é o Filet à Toscana:

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Delicioso filet mignon grelhado coberto com fatias de abobrinha italiana grelhada, berinjela grelhada, muçarela de búfala e tomates confitados. Tudo sobre refrescante molho pesto.

 

Risoto de Bacalhau

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Você já ouviu falar que as receitas que dão errado são as que mais dão certo?Sim, isso mesmo, e é fácil enumerar diversas receitas famosas que surgiram de um erro, e o risoto não fica de fora. Continuar lendo Risoto de Bacalhau