Gastronomia é arte e inspiração

Certamente, você já ouviu a expressão ” nós comemos com os olhos” e é a mais pura verdade. Antes de decidir se vamos comer ou não um determinado prato, nós o julgamos por sua aparência.

Apesar do sabor ser parte essencial na gastronomia, o visual é o primeiro contato que o cliente tem com a comida. Portanto, nesse momento, é fundamental que o prato desperte a curiosidade e o desejo do consumidor.

É válido pensar na gastronomia como uma arte na qual o prato é uma tela em branco a ser “desenhada” pelo Chef de Cozinha.

A escolha da louça é fundamental no momento da montagem do prato, tendo em vista que a mesma não deve roubar a atenção e sim ressaltar os alimentos. Além disso, pensar na combinação de cores dos insumos é essencial para transmitir equilíbrio e despertar o paladar.

Outro fator importante é pensar, previamente, na montagem antes de começar a confeccionar o prato, levando em conta, é claro, a combinação de sabores e texturas. Afinal, o sabor é sempre o principal diferencial que um bom Chef pode oferecer para o seu cliente.

E aí, gostou dessa matéria? Conta pra gente o que você gostaria de ver aqui no nosso blog. Até a próxima!

 

Meu amigo secreto é um vinho

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Meu amigo secreto harmoniza muito bem com pratos  mais leves e caracteriza-se por sua suavidade e frescor. Sua produção ocorre através da mistura de uvas brancas e tintas.

E aí, já sabe de quem estamos falando? Se sua resposta foi vinho rosé, você acertou!

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Os vinhos rosés costumam ser consumidos em sua juventude enquanto a acidez é mais marcante, principalmente nos vinhos mais secos. Sua belíssima cor rosada é proveniente das cascas das uvas tintas, durante o processo de fermentação. A cor do vinho rosé pode variar de acordo com a uva utilizada em sua produção.

A temperatura ideal para servir esse tipo de vinho é entre 8 a 10ºC, para os mais leves, e 10 a 12ºC para os mais encorpados.

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A taça adequada para vinhos rosés se assemelha as taças para servir vinhos brancos, porém seu bojo é levemente mais largo com uma forma que remete a um diamante. Este modelo de taça é indicado por revelar os aromas específicos dos vinhos rosés. O formato também contribui para manter a frescura da bebida por mais tempo.

Após aberto, não é recomendado guardar o vinho na geladeira por mais de três dias. Esse tempo pode variar de acordo com a acidez do vinho. Mas, sinceramente, duvido que vai sobrar vinho para você guardar, não é?

Gostou das curiosidades? Então, um brinde ao meu amigo secreto, que é pra lá de especial.

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Entenda o que é o corpo do vinho

Bom, que tomar vinho é uma delícia nós já sabemos, né?! Mas você sabe o que significa a expressão “corpo do vinho”?

O corpo do vinho pode ser definido como o peso geral que o vinho faz em nossa boca. Os principais fatores que fazem com que um vinho seja mais encorpado do que o outro são: concentração das uvas, níveis de álcool, quantidade de açúcar, passagem por barris de carvalho, etc.

Os vinhos se dividem em três categorias, quanto ao seu corpo, e é bem fácil identificá-las. Vamos lá?

Vinhos de Corpo Leve

São mais refrescantes e considerados fáceis de beber. Quando acompanhados por refeições, as mais indicadas são: entradas, petiscos e pratos leves.

Vinhos de corpo leve incluem os espumantes e frisantes, a maioria dos vinhos brancos e rosés.

Vinhos de Corpo Médio

São mais ricos e concentrados. Podem adquirir médio corpo com o estágio em barris de carvalho.

Vinhos de corpo médio incluem: Chianti, Merlot, Malbec jovem, Bordeaux jovem, etc.

Vinhos Encorpados

São vinhos robustos e pesados. Geralmente, apreciados em companhia de refeições igualmente robustas.

Vinhos encorpados incluem: Vinhos licorosos e fortificados, Malbec com madeira, Chardonnay com madeira, Grandes Bordeaux, Tannat, Syrah, Cabernet Sauvignon, etc.

E aí, deu pra pegar as dicas? Agora, basta você decidir qual o seu tipo preferido e apreciar, com moderação.

Fonte: Vida e Vinho

Ervas frescas ou secas? Quem vence a disputa?

Quem nunca sentiu aquela fome enquanto sentia o cheiro de uma deliciosa comida sendo preparada? Os aromas aguçam o nosso paladar e as ervas são muito utilizadas como temperos no preparo de diversos pratos, pois além de super aromáticas, proporcionam maior sabor aos alimentos.

Algumas pessoas conseguem até mesmo reduzir a quantidade de sal em suas refeições utilizando as ervas como alternativa. Porque, dessa forma os pratos ficam mais saudáveis, entretanto continuam bastante saborosos.

Você sabe qual a melhor forma de utilizar ervas frescas e secas? Então confira as dicas que selecionamos para você.

COMO UTILIZAR AS ERVAS DESIDRATADAS?

Se a erva for desidratada, não espere até o final do cozimento para adicioná-la. A erva seca precisa de mais tempo para liberar seus aromas e se misturar aos sabores do prato.

As ervas que melhor retém o aroma são aquelas em formato de arbustos, como o orégano, o tomilho e o alecrim. Ervas mais tenras, como o manjericão e a cebolinha, perdem muito do seu aroma, e por isso são melhores quando usadas frescas.

Se você for substituir a erva fresca pela seca, lembre-se que a seca tem sabores mais concentrados e por isso você precisará de uma porção menor. Use cerca de 2/3 do que você utilizaria se fosse uma erva fresca.

COMO UTILIZAR AS ERVAS FRESCAS?

A erva fresca deve ser adicionada ao final do cozimento ou com o prato pronto. O manjericão, por exemplo, deve ser adicionado à pizza depois que ela sair do forno. Já o tomilho fresco deve ser adicionado à sopa momentos antes de finalizar o cozimento.

Ervas frescas são muito indicadas para pratos que não vão ao fogo ou que terão muito pouco tempo de cozimento, como saladas e em alguns molhos.

Você também pode misturar as ervas desidratadas com as frescas. Coloque um pouco de ervas secas no início do cozimento para que os sabores se misturem e um pouco de ervas frescas ao final para realçar o sabor.

E aí, podemos considerar um empate, nessa disputa? Coloque em prática as nossas dicas e descubra o que mais agrada o seu paladar.

Fonte: Cozinha Técnica

 

Os melhores saca-rolhas para iniciantes

Não abre mão de tomar um bom vinho, mas tem dificuldades na hora de abrir a garrafa? Então, temos uma ótima notícia para você. Depois de ler esse post,  você não vai depender da ajuda de mais ninguém para apreciar seu vinho preferido. Selecionamos uma lista com 5 modelos de saca-rolhas que vão facilitar bastante esse processo. Confira!

1. SACA-ROLHAS DE DOIS ESTÁGIOS

Esse modelo é o mais utilizado por profissionais, sendo que a sua praticidade de manuseio e precisão também encanta os enófilos mais experientes.  Como o próprio nome sugere, 2 estágios são o suficiente para abrir uma garrafa.  2. SACA-ROLHAS DE ABAS

O modelo de abas é bem comum de ser encontrado em casas, em geral. Seu design permite abrir, facilmente, uma garrafa sem exigir força ou habilidades especiais.

3. SACA-ROLHAS DE ROSCA

Seu uso é muito simples, uma vez que devemos girar apenas a peça superior através da rolha para que essa seja retirada por completo.

4. SACA-ROLHAS ELÉTRICO

Esse modelo não exige nenhuma prática ou habilidade, justamente por ser elétrico. Basta acoplá-lo no gargalo da garrafa e apertar um botão e rolha sai rapidamente.

5. SACA-ROLHAS LEVER

O Lever também é um dos queridinhos dos iniciantes, sobretudo por sua facilidade de manuseio. Basta acoplá-lo em torno do gargalo e empurrar a alavanca para baixo, a fim de introduzi-lo até que a cortiça seja removida. É muito útil para quem está começando.Agora, basta escolher aquele que você se adaptar melhor e fazer bonito na hora de abrir o seu vinho. Depois, conta pra gente de qual desses modelos você gostou mais.

Fonte: Vila Vinífera 

O drink mais amado pelos brasileiros

Quando se fala em um drink tipicamente brasileiro não tem discussão, a caipirinha é a primeira a ser lembrada. Muito popular nos bares e restaurantes, esse drink é apreciado por muitas pessoas e desperta a curiosidade dos turistas. Mas você sabe como surgiu essa bebida, que hoje tem tantas versões? Então, nós vamos te contar!

A caipirinha foi inventada por volta do ano de 1918, no interior do estado de São Paulo. A princípio, foi criada a partir de uma receita popular feita com limão alho e mel, indicada para os doentes da gripe espanhola.

Como era bastante comum colocar um pouquinho de álcool em todo remédio caseiro nesta época a fim de acelerar o efeito terapêutico, a cachaça era muito usada. Até que um dia alguém resolveu tirar o alho e o mel. Depois, acrescentaram umas colheres de açúcar para adoçar a bebida e logo em seguida o gelo.

A Caipirinha sempre foi definida como uma receita oficialmente brasileira, mas foi somente em 2003 que o país passou a ter um registro dessa bebida como sendo um produto inerentemente brasileiro. A bebida é um verdadeiro orgulho nacional, com vários prêmios e honras, como:

-O Drink mais quente do século segundo a revista americana In Style.

-Uma das dez mais famosas misturas do planeta, pela revista inglesa Drinks International e um dos melhores coquetéis do mundo, segundo a International Bartender Association.Fonte: Pepper Drinks

Um guia de harmonização de vinhos e churrasco

O churrasco está presente em muitos momentos de diversão e lazer ao lado dos amigos e familiares. Apesar da tradição dos brasileiros de consumir cerveja durante essas ocasiões, os vinhos também são ótimas opções porque harmonizam muito bem com diferentes tipos de carnes.Ao contrário do que algumas pessoas pensam, não são apenas os vinhos tintos que resultam em boas combinações com churrasco. Para fazer boas escolhas, é necessário considerar o modo de preparo da carne, tempo de cozimento, temperos, molhos, gordura e suculência, a fim de que se possa optar pelo vinho ideal. Se for o contrário, ou seja, se a carne for escolhida após o vinho, será preciso levar em conta a existência de taninos, corpo, estrutura e acidez do mesmo.

PICANHA

É um dos cortes mais apreciados pelos brasileiros, e costuma ser a principal escolha para um bom churrasco. Essa carne é bem macia e vem envolvida em uma suculenta capa de gordura.

Vinho Ideal: Malbec argentino da melhor qualidade.FRALDINHA 

A fraldinha é uma carne macia e sequinha. Logo, não requer um vinho de muito peso.

Vinho Ideal: Merlot não muito encorpado, com taninos suaves e arredondados. CUPIM

Essa carne apresenta bastante gordura, e não é muito suculenta Apesar de macia, às vezes pode se apresentar um tanto quanto seca.

Vinho Ideal: Espumante Brunt. O perlage (borbulha) da bebida ajuda a suprir a falta de líquido, potencializando o sabor da carne. COSTELA 

Trata-se de uma peça gordurosa e macia, que requer um vinho um pouco mais encorpado, mas não muito pesado. A costela já é um corte super saboroso e acompanhado por molho barbecue é ainda melhor.

Vinho Ideal:  Syrah , um vinho tinto de médio corpo com notas de especiarias.ALCATRA

Bastante fibrosa macia e pouco gordurosa, a alcatra costuma estar presente na maioria dos churrascos.

Vinho Ideal: Carmenére Chileno ou Pinot Noir, vinhos tintos de corpo médio e boa acidez.FRANGO

Carnes brancas são leves e com têm pouca quantidade de gordura.

Vinho Ideal: Sauvignon Blanc, que possui ótima acidez e notas aromáticas ou um bom vinho Rosé. LINGUIÇA

Costuma ser a entrada em muitos churrascos. Geralmente, são peças suculentas com certa porcentagem de gordura.

Vinho Ideal: Espumante Rosé Brunt. Mas se a linguiça for apimentada, um Riesling seco alemão pode ser uma boa opção. Ele também combina bem com salsicha e carne de porco.Fonte: Vila Vinífera 

 

 

 

 

 

Os diferentes tipos de pimenta

De diferentes tamanhos, cores, formatos e sabores, as pimentas são o segundo tempero mais utilizado nas cozinhas de diversos países, perdendo apenas para o sal. Saber usá-las, na medida certa, pode resultar em pratos muito mais saborosos. Conheça alguns tipos de pimentas!

Pimenta malagueta: possui alto teor de vitamina A, próximo ao da cenoura que é uma das principais fontes desse nutriente. Seus frutos maduros têm coloração vermelha e são bem picantes. É muito utilizada na culinária brasileira, principalmente, em pratos baianos.

Pimenta-dedo-de-moça: é a mais consumida no Brasil e, apesar de sua coloração bem avermelhada, é mais suave do que a pimenta malagueta. Pode ser encontrada fresca, em conserva ou desidratada (pimenta calabresa). Muito utilizada em pratos italianos.

Pimenta Habanero: é uma espécie proveniente do México e é uma das pimentas mais fortes que existe. Depois de madura, pode apresentar um sabor levemente adocicado, mas ainda sim se mantém bastante ardida.

Pimenta-do-reino: representa uma das especiarias mais antigas e mais utilizadas no mundo. Pode ser encontrada nas cores verde, preta ou branca e possui sabor levemente picante. Pode ser usada em praticamente todas as preparações salgadas, sendo responsável por realçar o sabor dos pratos.

Pimenta caiena: constitui uma mistura de pimentas vermelhas secas (malagueta, dedo-de-moça e chifre-de-veado). Muito utilizada na culinária mexicana e tailandesa.

Pimenta biquinho: recebe esse nome por ser arredondada e estreita na ponta. A pimenta biquinho vermelha tem sabor suave e é muito utilizada na culinária mineira, já a amarela tem sabor marcante que não arde na boca, por isso, é empregada em pratos doces e salgados.

Pimenta tabasco: tem forma alongada e pequena e é originada de uma pequena cidade mexicana com mesmo nome. Antes de amadurecer, tem coloração amarela, depois alaranjada e por fim vermelha. Apresenta sabor picante, sendo utilizada no preparo de peixes e saladas.

Agora é com você escolher o tipo de pimenta que mais agrada o seu paladar!

Fonte: Natue

Vinhos e sobremesas

A variedade de vinhos existentes possibilita harmonizações com diferentes tipos de pratos. Por isso, os vinhos têm ganhado cada vez mais espaço nos momentos de confraternização.

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, os vinhos podem proporcionar combinações incríveis com pratos doces. Para isso, é importante aproximar o nível de açúcar do vinho ao da sobremesa, de forma que um sabor não se sobreponha ao outro.

Selecionamos algumas formas de harmonizar vinhos e sobremesas para que você possa desfrutar dessa bebida dos deuses!

Sobremesas com café

É aconselhável buscar pelos tipos mais licorosos, um pouco oxidados e que lembrem o aroma do café. Geralmente, esses vinhos têm um gosto de envelhecido.

Sobremesas com chocolate

O cacau, a gordura e o açúcar pedem algo mais forte, com mais acidez, aroma e sabor marcante. Por isso, nada de vinhos brancos. Como são leves demais, desaparecem por completo ao serem apreciados com esse tipo de sobremesa.

Sobremesas com doce de leite

Por ser extremamente açucarado, esse tipo de doce pede uma bebida que enfrente essas características. É indicado um vinho com acidez bastante elevada para não deixar a sobremesa enjoativa.

Sobremesas com frutas secas

Invista em garrafas envelhecidas, mas não muito oxidadas. O ideal é um vinho branco doce com mais de 10 anos de idade ou um Porto com 10 ou 20 anos.

Sobremesas com frutas

Para não roubar o sabor de sobremesas como a torta de maçã, pêssego e outras , o indicado é uma bebida mais delicada, leve, com baixo teor alcoólico e aromas cítricos.

Fonte: Vejasp